Crítica: Zumbilândia
31 de Janeiro de 2010 por Pedro Cardoso
O filme Zumbilândia, da Columbia Pictures, estreou neste dia 29 de janeiro nos cinemas do Brasil, depois de dois meses de estreia nos EUA. O longa mistura um cenário de apocalipse Zumbi com humor.
Leia antes a sinopse oficial: “Misto de terror e comédia, o longa mostra a história de alguns sobreviventes que tentam sobreviver em um mundo infestado de zumbis sedentos de sangue. Columbus costuma fugir de tudo aquilo que o assusta. Tallahassee não tem medo de nada. No mundo repleto de zumbis, os dois são a dupla perfeita de sobreviventes. Mas agora eles vão ter de se encarar”.
Zumbilândia conta a história de quatro sobreviventes de um holocausto zumbi em uma road trip pelos Estados Unidos. As ações são narradas por Columbus (Jesse Eisenberg), tendo como fio condutor a sua lista de regras para sobreviver em um ambiente dominado por esses mortos-vivos, que é revisitada ou atualizada a todo instante no filme. Ao contrário do que pode parecer, isso não torna o filme repetitivo e enfadonho. Muito pelo contrário, pois o diretor Ruben Fleischer caprichou no dinamismo.

O filme não explica porque e nem como houve a epidemia que transformou a humanidade em zumbis, e é assim que deve ser. Quando for ao cinema, tenha em mente que você verá uma comédia de ação, que pode agradar também àqueles que gostam de filmes de zumbi contemporâneo.
O ritmo do filme está muito bem equilibrado, bem como o tempo de projeção, nem grande e nem pequeno. A dinâmica entre os atores está em boa sintonia, sendo que Woody Harrelson, de novo, desempenha muito bem o seu papel. E como um plus, ainda tem uma ótima e surpreendente participação de Bill Murray.
Por ser uma comédia, Zumbilândia é um filme mais leve que as produções tradicionais do gênero, sempre mostrando uma perspectiva otimista no meio de todo este caos. Porém, a produção não polpou no aspecto gore em suas cenas. Finalizando, o filme cumpre o que promete.



















