Crítica: Velozes e Furiosos 4
3 de Abril de 2009 por Pedro Cardoso
Quando você vai ao cinema ver um filme da franquia Velozes e Furiosos, o que espera encontrar? Muita ação e gostosas, não é mesmo? Se for olhar por este prisma, o filme Velozes e Furiosos 4 (Fast & Furious), que estreou nesta sexta-feira (3 de abril), é uma ótima pedida.
Mas se você procura algum enredo decente, fuja desse filme. Eu sei que o que estou dizendo é tão óbvio, mas tão óbvio, que pareço ridículo escrevendo sobre isso. Mas acredite, o argumento é tão fraco, que parece uma afronta a nossa inteligência.
Na verdade, em Velozes e Furiosos 4, Chris Morgan (escritor) e Justin Lin (diretor) pegaram todos os elementos dos três primeiros filmes e colocaram tudo junto e misturado neste, amarrado por um roteiro cheio de furos. E não me entendam mal, essa crítica vem de uma pessoa que é fã da série “Fast and Furious”, e que jogou todos os games da série Need for Speed que lançaram até este momento.
Mas você vai me dizer: “Mas Pedro, quem vai ao cinema ver este filme, não quer saber de enredo, quer ver carros tunados, tiros e explosões”. Pois é, mas até os carros, personagens principais nas outras versões, são meros figurantes nesse filme, que é alimentado por uma história de vingança e operações policiais “mais do mesmo”. Pelo menos temos a Jordana Brewster (Mia Toretto) em ótima forma.
Resumindo. Para você entender o que é Velozes e Furiosos 4, veja todos os três primeiros filmes da (agora) quadrilogia e tente imaginá-los todos juntos em 2 horas de projeção. Eles poderiam ter feito um esforço melhor ao reunir toda a galera do primeiro longa.


















