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Crítica: Marvel Millennium Homem de Ferro 1

30 de May de 2007 por Pedro Cardoso

Homem de Ferro

A Panini Comics Brasil lançou, neste mês de maio, a primeira edição de “Marvel Millennium: Homem de Ferro“, que compreende a duas primeiras edições do original Ultimate Iron Man 1 e 2. Nesta primeira edição, Orson Scott Card (texto) e Andy Kubert (desenho), nos mostram a origem de Tony Stark, desde antes de sua concepção, até os seus quatro anos de idade.

Na estória, o seu pai, Howard Stark, desenvolve uma espécie de bioarmadura baseada em um composto formado por um tipo de vírus. E depois que sua mãe (já grávida) é infectada durante a pesquisa, Tony Stark nasce com todas as facilidades e algumas restrições imposta pelos tais vírus. Além disso, nasce com a maior inteligência do planeta.

Sinceramente, achei que foi criado um enredo muito louco para uma coisa simples, explicar a origem do Homem de Ferro. Vale pela originalidade do roteiro. Mas não acompanha a qualidade que já virou padrão nas revistas do Universo Ultimate, já consagrado por suas versões de X-Men, Homem-Aranha, Vingadores e Quarteto Fantástico.

Veredito: Compre somente se você quiser ter completa a sua coleção das revistas Millennium. Ou se você for fã de Andy Kubert.

Crítica: Novos Titãs 35

29 de May de 2007 por Pedro Cardoso

Novos Titas

Desde a edição de número 11, pela Panini, que eu não comprava uma revista dos Novos Titãs. Retornei nesta número 35 pela atualização dos personagens “um ano depois” o fim da saga Crise Infinita. Eu esperava mais da revista.

Todos os personagens DC estão passando por mais uma reformulação, desta vez, após os acontecimentos de Crise Infinita. Portanto, ao ler, você vai ter a sensação de estar meio perdido, ou que “pegou o bonde andando”, como se dizia antigamente. Mas, a resposta a várias questões do que aconteceu nesse “um ano” de pulo nas histórias será explicado na série 52 Semanas, já concluída nos EUA e com previsão de lançamento no Brasil para julho, em 13 edições mensais ( ao contrário do que aconteceu lá fora, onde saiu uma edição por semana).

Toda essa explicação inicial é para alertar que, uma suposta confusão inicial ao ler a revista, não quer dizer que os roteiristas são fracos e as estórias confusas. Tudo será explicado no seu devido tempo, como o novo uniforme do Robin por exemplo, ou a nova formação dos Novos Titãs. Que aliás, está cada vez mais esquisita, desta vez, com a entrada de Devastadora e Kid Demônio. Os únicosTitãs originais que continuaram no grupo foram o Robin e o Cyborg. Qual o destino dos outros? Leia a revista.

Os Renegados é o grupo mais diferente do Universo DC, principalmente no mode de agir. E ao contrário de cerca de 90% dos leitores de quadrinhos, eu gosto deste grupo. A premissa de sua formação é muito boa, pena que muitas vezes as estórias são fracas. Nesta edição, o grupo liderado por Asa Noturna combate um grupo de extermínio no Mali (África). E novamente um grupo reformulado.

Neste retomada, o ritmo de Robin não caiu, e continua sendo uma agradável leitura para quem é fã do Universo Batman. Mas o enredo, escrito por Adam Beechen, é um dos mais “batidos” já usados. Robin, assim como já aconteceu com Batman, Asa Noturna e outras centenas de personagens, é acusado injustamente por um assassinato que não cometeceu, e corre em busca de provar sua inocência.

Chegamos ao elo fraco da revista, as Aves de Rapina. Essa nem posso opinar muito, pois confesso que fiquei realmente confuso ao ler essa estória. Mas isso se justifica pelo fato de eu não ter acompanhado a Oráculo e sua turma anteriormente, e esse salto de “um ano” não ajuda muito.

Veredito: Apesar do meu review não ter sido tão positivo, vale a pena comprar a revista, principalmente os fãs dos Novos Titãs, que estavam afastados, e agora podem acompanhar a revista em uma nova fase.

Crítica: Justiça número 3

24 de May de 2007 por Pedro Cardoso

Justiça

Na continuação de mais essa obra prima desenhada por Alex Ross, e roteirizada por Jim Krueger, Ajax parte para o Oceano em busca do Aquaman, mas é surpreendido pelo Gorilla Grodd. Ao mesmo tempo, o Tornado Vermelho descobre o paradeiro de Arthur Curry, mas é desmantelado antes de poder se comunicar com qualquer outro membro da Liga da Justiça.

A revista Justiça número 3 chegou às bancas no mês de maio, ao preço de R$ 4,90, publicada pela editora Panini.

Nesta edição, o verdadeiro objetivo dos vilões do Universo DC, sob a liderança de Lex Luthor, continua incógnito. Porém, alguns deles aparecem fazendo ações humanitárias. Todos esses eventos têm ampla cobertura de uma mídia internacional perplexa. Como os heróis reagirão a isso tudo? Não sabemos ainda. E destaque para a confissão feita por Brainiac ao Aquaman.

Veredito: Agora que você comprou as duas primeira edições, vai acompanhar até o final. Não é mesmo?

Crítica: Avante Vingadores 4

7 de May de 2007 por Pedro Cardoso

Filhas do Dragão

Essa é a primeira revista “Avante, Vingadores!” que compro. Sempre achei que somente Jovens Vingadores não justificavam pagar R$ 6,90 nessa revista da Panini Comics. Além disso, tinha um preconceito em relação aos “Fugitivos”. E a Mulher Hulk já tinha certeza que era fraca (o enredo, não a personagem). Na verdade comprei a revista na curiosidade de ler as estórias das “Filhas do Dragão (Colleen Wing e Misty Knight)“, que estréia nesta edição.

Quanto a prima do Verdão, minhas suspeitas só se confirmaram. Estragou a revista. Já os Fugitivos me surpreenderam positivamente. Estórias mais humanas, personagens pouco conhecidos, mas que ganham destaque com um ótimo roteiro, que fica a cargo de Brian K. Vaughan. Os desenhos são do surpreendente Adrian Alphona.

Outro ponto interessante: A estética dos personagens, as roupas, o jeito, parecem terem saídos de um RPG qualquer do Sony Playstation. E o pior, vivendo na cidade de Nova Iorque, com todos os elementos presentes: a neve, os prédios, as igrejas, o Homem-Aranha. Mas essa dupla (Vaughan / Alphona) consegue fazer uma mistura homogênea. Participação especial dos Novos Vingadores.

A idéia apresentada em Jovens Vingadores é muito boa. Enquanto os vingadores (agora Novos Vingadores), apresentam uma nova roupagem e lutam contra novos inimigos, as suas versões juvenis encaram os vilões dos tempos antigos, como: Super Skrull, Kang entre outros. Nesta edição, chegamos a terceira parte do arco Assuntos de Família, onde os jovens vingadores se vêem no meio da guerra Kree-Skrull (novamente na Terra), e descobrem mais de suas origens e a de seus pais (não vou cometer SPOILER aqui). E mais uma vez aparecem os Novos Vingadores.

Completando esta edição, temos a estréia das Filhas do Dragão (Roteiro: James Palmiotti e Justin Gray / Desenhos: Khari Evans). O visual anos 70 agrada. Evans arrebenta no desenho dos movimentos, além de dar um visual todo ‘especial’ as mulheres da trama, se é que vocês me entendem.

O roteiro ainda não emplacou, talvez por se a estréia. Vamos esperar a próxima edição. Mas como sou um saudosista incorrigível, é sempre bom rever vilões como o Tufão e o Punho de Lâmina, que aparecem nessa edição. Ah, o Rhino aparece para apanhar, de novo. Como não quero me estender, depois vou criar um post para abordar este assunto.

Veredito: Compre sem susto. Diversão garantida, menos nas páginas da Mulher Hulk.

Crítica: Universo Marvel 22

3 de May de 2007 por Pedro Cardoso

Universo Marvel

Como sou muito teimoso, sigo comprando a revista Universo Marvel, da Panini Comics. A revista circula mensalmente pelo preço de R$ 6,90 e vem com as estórias de Hulk, Quarteto Fantástico e Novos Thunderbolts, não necessariamente nesta ordem.

Quarteto Fantástico foi mais uma vez meia-boca, valeu pelo clássico “encontro” entre Coisa e Hulk. A situação melhora a partir da próxima edição, quando todo o Universo Marvel ruma para a Guerra Civil (Civil War), aí sim vai valer a pena comprar, não só essa, mas todas as revistas Marvel. Haja dinheiro.

Mas voltando a edição 22, O Novos Thunderbolts seguem com roteiros muito fracos, e nem a presença dos Novos Vingadores puderam salvar essa páginas. Sorte nossa que este grupo será totalmente reformulado, como já foi largamente anunciado nos sites especializados (este link contém SPOILER para algumas pessoas).

Concluindo a revista, tem o Hulk enfrentando problemas com uma estação espacial da SHIELD. O Verdão chegou lá a pedido de Nick Fury, sob o argumento de que o artefato era uma perigosa arma da Hidra. Tudo não passou de uma mentira, que na edição número 39 de Novos Vingadores, lançado em abril, vimos que o grupo Illuminati (formado por Reed Richards, Tony Stark, Dr. Estranho e Raio Negro) aproveitou a oportunidade para isolar o Hulk no espaço, longe da Terra, como uma solução definitiva para a ameaça que ele representa. Isso tudo irá culminar na saga “Planeta Hulk”, em junho.

Veredito: Como havia comentado na resenha da edição 21, só compre se você for muito fã desses personagens.

Crítica: Justiça número 2

1 de May de 2007 por Pedro Cardoso

Justiça

Assim como terminou a primeira edição, o ritmo não cai na número dois da série Justiça. Aquaman está desaparecido, e isso preocupa os membros da Liga da Justiça. Mas Batman tem um problema grande para resolver antes.

A HQ começa com o Charada (Edward Nigma) roubando informações confidenciais das Indústrias Wayne (que inclui todos os segredos da comunidade de super-heróis), e com Batman em seu encalço para tentar recuperá-las.

A revista também conta com uma rápida aparição do Flash à procura do Sr. Frio. E nas últimas páginas, conhecemos o paradeiro de Aquaman.

A propósito, essa é a revista em quadrinhos de número 995 da minha coleção, e rumo a milésima!

Veredito: Sou suspeito para falar, como fã do desenhista Alex Ross, sempre que posso, compro tudo que é produzido por ele. E essa série Justiça deve ser lida até o fim, e guardar com carinho na coleção.

Crítica: Marvel Millennium Homem-Aranha 63

15 de April de 2007 por Pedro Cardoso

Ultimate Spider-man

Sem dúvida, a melhor revista Marvel publicada pela Panini. Aliás, falo isso desde a primeira edição. O ritmo de Homem-Aranha e X-Men não caem nunca. Nesta edição não podemos contar com a presença dos Supremos, que volta na próxima.

O Peter Parker terminar sua luta com o Abutre Ultimate. Próxima edição o Homem-Aranha e sua namorada x-woman, Kitty Pride, encontram o Deadpool deste universo.

A história dos X-Men é surpreendente, principalmente a maneira como Robert Kirkman (um dos melhores roteirista da atualidade) explica o surgimento da Fênix no Universo Ultimate, imperdível. Destaque também para a arte de Tom Raney. Tem gente que não gosta, mas já admiro o trabalho do cara desde os tempos de Renegados, da DC Comics.

O Quarteto Fantástico desta realidade conta com um dos mais incríveis desenhistas da atualidade, Greg Land. É aquele tipo de artista que faz você ler uma revista mesmo se a história não for muito boa. O que não é o caso da família mais famosa da Marvel, que é roteirizada pelo excelente Mark Millar. Nesta edição começa um arco (em três partes) chamada “Presidente Thor”, que, se bem explorada, tem tudo para render boa diversão para os leitores nos próximos números. Vamos conferir, confio no Millar.

Veredito: Se você sabe ler, compre essa revista. Se você não sabe, compre e peça alguém para ler para você.

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