Tudo sobre a Fundação Futuro

27 de February de 2011 por Pedro Cardoso

Contém SPOILER se você acompanha as edições da Atrasini.

Se você acompanha o que se passa nas edições dos EUA, já sabe que o Tocha Humanda bateu as botas na Zona Negativa e que o grupo Quarteto Fantástico terminou na edição 588, lá fora. Agora, a Marvel anunciou a revista Fundação Futuro (Future Foundation) número 1 e soltou novas informações dessa nova fase.

A participação de outros personagens no Quarteto Fantástico já não era novidade, mas agora com a Future Foundation isso ocorrerá de forma mais natural, visto que o grupo não fica mais restrito a quatro membros. Assim, você verá nessas páginas o Homem-Aranha, os irmãos Franklin (com seus poderes de volta) e Valeria Richards, além de Mulher-Hulk, Homem-Dragão, Alex Power (Quarteto Futuro), Leech e outros.

O foco agora estará nas descobertas científicas e nos conflitos familiares, com isso, eles terão mais tempo para participar de questões importantes do Universo 616 da Marvel.

Eu acho que vai ficar bem “boring”. É uma ideia ousada e o Homem-Aranha só está aí para atrair os mais incautos e vender revistas. Essa história de descobertas científicas maravilhosas valia a pena na década de 40, 50 ou 60, quando a ciência ainda era um grande mistério.

Future Foundation #1 chega às lojas americanas em março, com roteiros de Jonathan Hickman.

Crítica: Universo Marvel 41

3 de December de 2008 por Pedro Cardoso

Thunderbolts

Li nessa semana a revista Universo Marvel número 41, lançada agora em novembro no Brasil, pela Panini Comics. Creio que muitos podem me achar louco por compra essa HQ, mas duas histórias me fazem adquirí-la todo mês: os Thunderbolts e o Motoqueiro Fantasma.

Ok, ambos não são um primor de quadrinhos, mas ninguém pode negar a melhora dos Thunderbolts com a entrada de Warren Ellis nos roteiros. Mas talvez o principal atrativo dessa série não seja a trama, colocando super-vilões no papel de polícia, talvez não seja a tensão criada entre eles e os super-heróis, talvez não seja pela participação de vilões clássicos como Norman Osbourne e Mercenário, ou talvez seja tudo isso junto.

Mas o que é importante destacar, é a forma como Ellis pegou personagens extremamente buchas do Universo Marvel (a raspa do tacho mesmo), como o Águia Americana e aumentou seus índices “modafoquice”. Nesta edição, por exemplo, o Dr. Samson entra na Montanha Thunderbolt com toda a empáfia, dando carteirada pra todo lado, e em certo momento, se compara até mesmo ao Hulk.

Estou gostando muito desse arco do Motoqueiro Fantasma, onde ele caça os “pedaços” de Lúcifer espalhados pelos EUA. O roteiro é de Daniel Way e os desenhos são de Javier Saltares, que junto com a arte-final de Mark Teixeira dão o clima que a revista necessita para o personagem.

O Quarteto Fantástico continua meia-boa, iniciando uma nova trama com viagem no tempo. Vale a pena para ver o Doutor Destino e sua arrogância. Para mim, o melhor super-vilão da Marvel, e talvez o menos bem aproveitado da casa. Já a parte do Hulk é o ponto fraco da revista, e nesta edição, encerra a participação dos Defensores na saga “Hulk Contra o Mundo” (World War Hulk) para na próxima edição, dar lugar ao Hércules. Veredito: Compre apenas se for fã dos personagens citados acima.

Crítica: Universo Marvel 22

3 de May de 2007 por Pedro Cardoso

Universo Marvel

Como sou muito teimoso, sigo comprando a revista Universo Marvel, da Panini Comics. A revista circula mensalmente pelo preço de R$ 6,90 e vem com as estórias de Hulk, Quarteto Fantástico e Novos Thunderbolts, não necessariamente nesta ordem.

Quarteto Fantástico foi mais uma vez meia-boca, valeu pelo clássico “encontro” entre Coisa e Hulk. A situação melhora a partir da próxima edição, quando todo o Universo Marvel ruma para a Guerra Civil (Civil War), aí sim vai valer a pena comprar, não só essa, mas todas as revistas Marvel. Haja dinheiro.

Mas voltando a edição 22, O Novos Thunderbolts seguem com roteiros muito fracos, e nem a presença dos Novos Vingadores puderam salvar essa páginas. Sorte nossa que este grupo será totalmente reformulado, como já foi largamente anunciado nos sites especializados (este link contém SPOILER para algumas pessoas).

Concluindo a revista, tem o Hulk enfrentando problemas com uma estação espacial da SHIELD. O Verdão chegou lá a pedido de Nick Fury, sob o argumento de que o artefato era uma perigosa arma da Hidra. Tudo não passou de uma mentira, que na edição número 39 de Novos Vingadores, lançado em abril, vimos que o grupo Illuminati (formado por Reed Richards, Tony Stark, Dr. Estranho e Raio Negro) aproveitou a oportunidade para isolar o Hulk no espaço, longe da Terra, como uma solução definitiva para a ameaça que ele representa. Isso tudo irá culminar na saga “Planeta Hulk”, em junho.

Veredito: Como havia comentado na resenha da edição 21, só compre se você for muito fã desses personagens.

Crítica: Marvel Millennium Homem-Aranha 63

15 de April de 2007 por Pedro Cardoso

Ultimate Spider-man

Sem dúvida, a melhor revista Marvel publicada pela Panini. Aliás, falo isso desde a primeira edição. O ritmo de Homem-Aranha e X-Men não caem nunca. Nesta edição não podemos contar com a presença dos Supremos, que volta na próxima.

O Peter Parker terminar sua luta com o Abutre Ultimate. Próxima edição o Homem-Aranha e sua namorada x-woman, Kitty Pride, encontram o Deadpool deste universo.

A história dos X-Men é surpreendente, principalmente a maneira como Robert Kirkman (um dos melhores roteirista da atualidade) explica o surgimento da Fênix no Universo Ultimate, imperdível. Destaque também para a arte de Tom Raney. Tem gente que não gosta, mas já admiro o trabalho do cara desde os tempos de Renegados, da DC Comics.

O Quarteto Fantástico desta realidade conta com um dos mais incríveis desenhistas da atualidade, Greg Land. É aquele tipo de artista que faz você ler uma revista mesmo se a história não for muito boa. O que não é o caso da família mais famosa da Marvel, que é roteirizada pelo excelente Mark Millar. Nesta edição começa um arco (em três partes) chamada “Presidente Thor”, que, se bem explorada, tem tudo para render boa diversão para os leitores nos próximos números. Vamos conferir, confio no Millar.

Veredito: Se você sabe ler, compre essa revista. Se você não sabe, compre e peça alguém para ler para você.

Crítica: Universo Marvel 21

7 de April de 2007 por Pedro Cardoso

Universo Marvel

A revista Universo Marvel talvez seja o mix menos popular da editora Panini Comics. Isso vem se justificando com histórias cada vez mais fracas mês a mês. O Quarteto Fantástico, por exemplo, alterna bons e maus momentos durante suas páginas. Em alta, o bom humor do Coisa e sua eterna “briga” com Johnny Storm, o Tocha Humana, e em baixa, a qualidade do enredo, muito aquém do que se espera da família mais famosa dos quadrinhos. Pelo menos na edição do próximo mês parece que teremos a clássica luta entre Hulk e Coisa.

Em seguida vem mais uma história sem graça dos Novos Thunderbolts, agora, combatendo o Homem-Púrpura. A premissa do grupo, na sua primeira formação, era muito interessante. Mas essa nova equipe, comandada por Mach IV, é “sem pé nem cabeça”. O Fóton, por exemplo, troca de uniforme mais uma vez. Está eternamente vivendo uma grave crise de identidade. Ainda bem que essa equipe não dura muito.

Para terminar, o Hulk. Difícil avaliar, pois o monstro esmeralda passa por uma fase de transição que vai culminar na saga Planeta Hulk (junho/2007 no Brasil), para em seguida, entrar World War Hulk (lançada recentemente nos EUA). Então, para entender como toda essa confusão começa, você precisa ler essa história, que começou em Universo Marvel 20.

Veredito: Sinceramente, não sei porque ainda continuo comprando essa revista. Deve ser porque sou fã de longa data, tanto do Quarteto, quanto do Hulk.

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