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Crítica: Universo Marvel 22

3 de May de 2007 por Pedro Cardoso

Universo Marvel

Como sou muito teimoso, sigo comprando a revista Universo Marvel, da Panini Comics. A revista circula mensalmente pelo preço de R$ 6,90 e vem com as estórias de Hulk, Quarteto Fantástico e Novos Thunderbolts, não necessariamente nesta ordem.

Quarteto Fantástico foi mais uma vez meia-boca, valeu pelo clássico “encontro” entre Coisa e Hulk. A situação melhora a partir da próxima edição, quando todo o Universo Marvel ruma para a Guerra Civil (Civil War), aí sim vai valer a pena comprar, não só essa, mas todas as revistas Marvel. Haja dinheiro.

Mas voltando a edição 22, O Novos Thunderbolts seguem com roteiros muito fracos, e nem a presença dos Novos Vingadores puderam salvar essa páginas. Sorte nossa que este grupo será totalmente reformulado, como já foi largamente anunciado nos sites especializados (este link contém SPOILER para algumas pessoas).

Concluindo a revista, tem o Hulk enfrentando problemas com uma estação espacial da SHIELD. O Verdão chegou lá a pedido de Nick Fury, sob o argumento de que o artefato era uma perigosa arma da Hidra. Tudo não passou de uma mentira, que na edição número 39 de Novos Vingadores, lançado em abril, vimos que o grupo Illuminati (formado por Reed Richards, Tony Stark, Dr. Estranho e Raio Negro) aproveitou a oportunidade para isolar o Hulk no espaço, longe da Terra, como uma solução definitiva para a ameaça que ele representa. Isso tudo irá culminar na saga “Planeta Hulk”, em junho.

Veredito: Como havia comentado na resenha da edição 21, só compre se você for muito fã desses personagens.

Crítica: Justiça número 2

1 de May de 2007 por Pedro Cardoso

Justiça

Assim como terminou a primeira edição, o ritmo não cai na número dois da série Justiça. Aquaman está desaparecido, e isso preocupa os membros da Liga da Justiça. Mas Batman tem um problema grande para resolver antes.

A HQ começa com o Charada (Edward Nigma) roubando informações confidenciais das Indústrias Wayne (que inclui todos os segredos da comunidade de super-heróis), e com Batman em seu encalço para tentar recuperá-las.

A revista também conta com uma rápida aparição do Flash à procura do Sr. Frio. E nas últimas páginas, conhecemos o paradeiro de Aquaman.

A propósito, essa é a revista em quadrinhos de número 995 da minha coleção, e rumo a milésima!

Veredito: Sou suspeito para falar, como fã do desenhista Alex Ross, sempre que posso, compro tudo que é produzido por ele. E essa série Justiça deve ser lida até o fim, e guardar com carinho na coleção.

Crítica: Aniquilação 2 de 7

10 de April de 2007 por Pedro Cardoso

Aniquilação

Com ‘Aniquilação’, a Marvel retoma as suas sagas espaciais, a muito tempo esquecidas, e coloca em primeiro plano personagens secundários como Nova, Super Skrull e Ronan. A revista chega ao Brasil pela Panini ao preço de R$ 6,90 com 100 páginas.

No enredo, ‘uma onda de aniquilação’, comandada pelo Aniquilador (lembram dele?) varre o espaço sideral do Universo Marvel destruindo planetas e vidas. Isso tudo é contado pelo ponto de vista de quatro personagens que tentam deter o avanço deste mal: Nova (Richard Rider), Super Skrull, Surfista Prateado e Ronan (acusador do Império Kree).

Todos os personagens têm participação vital no enredo, acho apenas que o Ronan é desnecessário para o andamento da saga. A parte da revista que lhe cabe é a mais apagada deste mix. O ponto positivo é poder rever personagens como Drax, Thanos (um dos meus super-vilões prediletos) e outros. Aliás, Drax foi totalmente reformulado, e já não é mais aquele retardado que aparecia nas histórias do Capitão Marvel, nas revistas ‘Quarteto Fantástico & Capitão Marvel’, em 2003, pela Panini.

Veredito: Confesso que não li a primeira edição, mas pela segunda, deu para entender o andamento do enredo, sem perdas. Recomendo.

Crítica: Universo Marvel 21

7 de April de 2007 por Pedro Cardoso

Universo Marvel

A revista Universo Marvel talvez seja o mix menos popular da editora Panini Comics. Isso vem se justificando com histórias cada vez mais fracas mês a mês. O Quarteto Fantástico, por exemplo, alterna bons e maus momentos durante suas páginas. Em alta, o bom humor do Coisa e sua eterna “briga” com Johnny Storm, o Tocha Humana, e em baixa, a qualidade do enredo, muito aquém do que se espera da família mais famosa dos quadrinhos. Pelo menos na edição do próximo mês parece que teremos a clássica luta entre Hulk e Coisa.

Em seguida vem mais uma história sem graça dos Novos Thunderbolts, agora, combatendo o Homem-Púrpura. A premissa do grupo, na sua primeira formação, era muito interessante. Mas essa nova equipe, comandada por Mach IV, é “sem pé nem cabeça”. O Fóton, por exemplo, troca de uniforme mais uma vez. Está eternamente vivendo uma grave crise de identidade. Ainda bem que essa equipe não dura muito.

Para terminar, o Hulk. Difícil avaliar, pois o monstro esmeralda passa por uma fase de transição que vai culminar na saga Planeta Hulk (junho/2007 no Brasil), para em seguida, entrar World War Hulk (lançada recentemente nos EUA). Então, para entender como toda essa confusão começa, você precisa ler essa história, que começou em Universo Marvel 20.

Veredito: Sinceramente, não sei porque ainda continuo comprando essa revista. Deve ser porque sou fã de longa data, tanto do Quarteto, quanto do Hulk.

Crítica: Justiça número 1

4 de April de 2007 por Pedro Cardoso

Justiça

Mais um grande lançamento da DC Comics chega às bancas brasileiras trazida pela Panini. Estou falando de “Justiça”, série desenhada pelo magnífico Alex Ross (dispensa comentários), e roteirizada por Jim Krueger.

A revista têm 44 páginas e custa R$ 4,90. Excelente preço pela qualidade do material. Lançada em Março de 2007, ela ainda pode ser encontrada em qualquer boa banca no Rio de Janeiro (pelos menos até dia que estou escrevendo este artigo).

É claro que não se compara a clássicos como Marvels e Kingdom Come (Reino do Amanhã), ambos lançados pela Abril, mas não deixa de ser uma excelente fonte de diversão, que te deixa querendo ler a edição do próximo mês.

O enredo começa tirando o fôlego, catastrófico (como 90% das histórias da Liga da Justiça) e na verdade você só consegue respirar durante o diálogo de Aquaman (Arthur Curry) com sua esposa Mera. Outro ponto forte da revista foi poder rever o vilão Arraia Negra, personagem que não vejo desde o desenho “Superamigos“.

Veredito: Recomendo para todos os fãs de revistas em quadrinhos. Obrigatório ter na sua coleção.

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