Crítica: Final de New Amsterdam

10 de July de 2008 por Pedro Cardoso

Vocês devem me achar louco por fazer uma resenha de uma série que já até foi cancelada. Mas hoje (10) vai ao ar na Fox Brasil, o oitavo e último episódio desta curta e única temporada de New Amsterdam.

A história que introduz o personagem é um pouco (ok, muito) forçada. Leia: “Em 1642 John era um soldado alemão, lutando na colônia de New Amsterdam (que mais tarde se tornou Nova Yorke). No meio de uma das batalhas, John salvou a vida de uma índia, mas acabou gravemente ferido. A índia, em retribuição ao ato de John, o curou e jogou uma espécie de feitiço nele: Ele não iria envelhecer até encontrar o seu verdadeiro amor. A sua alma gêmea. Só então ele estaria completo e pronto para ser um mortal”.

Mesmo assim, de algum modo a série me interessou e me prendeu. É interessante ver como eles exploram a questão da imortalidade, mas sem ter espadas voando por todos os lados. Gostei do modo como trata os cães, chamando-os por números e não mais por nomes (imagina-se que ele teve vários nesses 400 anos), a questão de sua relação com descendentes, como a cidade evoluiu ao longo desses anos, e como ele o conhecimento adquirido para se relacionar com as pessoas e solucionar os homicídios.

A série termina no oitavo episódio sem um final definido. Será que ele desistiu de sua busca? Vai continuar imortal? Nem coloquei o sinal de spoiler, pois não precisa. Eu gostaria de saber o final da história. A Fox adora fazer isso. Lembram de John Doe?

Falando nisso, você está sabendo que o portal de séries IsFree voltou? Após dois meses fora do ar, o site retorna em novo endereço, anote aí www.isfreepop.com.br. Quem sabe que com esse jabá não patrocinado, os caras não me convidam para um IsFreeCast?

Começou o viral de Cloverfield 2

2 de May de 2008 por Pedro Cardoso

Cloverfield

Quando penso que vou desligar o PC e descansar, eis que surge esta notícia que não posso deixar para amanhã. O produtor J.J. Abrams fez o upload de duas imagens para esquentar a campanha de marketing viral do filme Cloverfield 2. O que? Como assim você não viu o primeiro filme? Tá doido?

Bom, só para variar um pouquinho, as imagens divulgadas não revelam muita coisa. Servem apenas para aumentar o nosso medo e ansiedade. E que comecem as especulações.

Divulgada primeira imagem de Andréia Schwartz na Sexy de maio

30 de April de 2008 por Pedro Cardoso

Lembra daquela história envolvendo uma prostituta (ou cafetina) brasileira, Andréia Schwartz, e o Governador de Nova York? Lembra que eu falei aqui mesmo no Receita do Sucesso que ela iria aproveitar a fama repentina para participar de um ensaio sensual na edição de maio da revista Sexy? Pois bem, foi divulgada a primeira imagem desta edição.

Acusada de exploração sexual e posse de drogas, Andréia, 32 anos, foi deportada dos EUA. Por causa disso perdeu um apartamento no valor de US$ 1,5 milhão. O cachê do ensaio fotográfico não foi divulgado.

O caso criou um grande rebuliço no mês passado e fez a festa da imprensa brasileira a internacional. Mas se você não faz idéia do que estou falando, clique aqui e atualize-se.

Crítica: Eu sou a Lenda

21 de January de 2008 por Pedro Cardoso

Neste domingo fui ver um filme que estava curioso para ver, e ansioso pelo seu lançamento: Eu sou a Lenda, com Will Smith. Interessante como demonstraram uma Nova York deserta, transformada em uma verdadeira selva. E até que os efeitos visuais ficaram caprichados. E não é para menos, pois economizaram um bom dinheiro com elenco.

Bom, a historia é simples, um vírus matou a maioria dos humanos na face da Terra, e aparentemente, Robert Neville (Will Smith) é o último ser humano vivo. Pelo menos é na cidade de Nova York, onde ele vive com sua cadela Sam, alguns animais selvagens e milhares de mutantes (vitímas do virus) que se escondem na noite. Ah sim, e uma série de manequins de vitrime que ele conversa de vez em quando.

Aliás, essa rotina que ele se impôs (acordar, fazer exercicios, ir na locadora, fingir que os manequins são pessoas dentro da loja e etc) para muitas pessoas pode parecer que ele já estivesse louco. Eu entendo que era uma maneira que ele encontrou de ainda manter um fio de sanidade, afinal, ele já estava 3 anos completamente sozinho. Mas esse é um assunto para quem entende de psicologia, vamos voltar ao filme.

Como já havia dito, a cidade ficou muito bem caracterizada, como imaginamos ser uma cidade grande abandonada, livre da raça humana. Mas os tais mutantes ficaram inverossímil demais. Verdadeiras feras, muito fortes, rápidas, cheias de agilidade, que o 3D não ajudou a caracterizar. Em certo momento do filme, quando Neville e Anna (a brasileira Alice Braga) estão vendo as fotos de vítimas do virus, as imagens parecem que foram extraídas de games como Resident Evil ou Silent Hill.

De qualquer maneira, gostei do filme. Foram 100 minutos de entretenimento despretencioso, que é o que mais procuramos no cinema. Não é mesmo?