Nostalgia Games: Road Rash 2

10 de Outubro de 2009 por Pedro Cardoso

Road Rash 2

Sei que eu não poderia fazer essa afirmação, já que não joguei todos os games do gênero. Mas não to nem aí, “Road Rash 2″, da Eletronic Arts, é o melhor game de corrida de moto de todos os tempos, e neste post da série “Nostalgia Games”, vamos relembrá-lo com saudosismo.

A série Road Rash é uma dessas que os fãs guardam com carinho no coração, mas que não atravessou o tempo e não acompanhou a evolução dos games, ao contrário de outras séries antigas como “Need For Speed”, por exemplo. Mas, nenhum outro game desta curta série vence o segundo game quando falamos de charme, diversão e humor. Por isso, neste post, vou me concentrar apenas no “Road Rash 2″.

Em “Road Rash 2″ (veja o vídeo) você escolhia sua moto e competia contra outros motoqueiros em uma auto estrada com tráfego intenso. Desde a primeira versão do game (veja o vídeo), um grande elemento da série era o fato de você poder derrubar os seus adversários com socos e chutes, ou ser mais agressivo ainda com correntes e canos. Talvez essa era a grande diversão do game, mais até do que chegar em primeiro lugar.

Mas então, onde o segundo game ganha do primeiro, e até mesmo do resto da série? Acredito que seja pela trilha sonora melhor trabalhada e até mais viciante. Daquelas que fica na sua cabeça mesmo depois que você desliga o console. Bom, eram tempos de 16 bits galera, é claro que hoje o áudio é ridículo.

Road Rash 2

Mas o grande barato de “Road Rash 2″, eram as historinhas que apareciam no final de cara corrida, sempre com uma animação tosca, mas com um humor fino. Quem não lembra? Principalmente aquela cena onde o motociclista cai, para uma ambulância e colocam a moto na maca, deixando o coitado lá caído no meio da estrada. Desnecessário para o andamento do game, mas que deu um toque divertido ao título. Eram várias cenas, que se alternavam a cada final de uma etapa.

Os primeiros 3 títulos de Road Rash foram lançados para o Mega-Drive. Outras versões surgiram depois como “Road Rash” para PC, 3DO e Sega Saturn e  “Road Rash 64″ para Nintendo 64. A série morreu após duas edições lançadas para o primeiro Playstation, com Road Rash 3D (1998) e Road Rash: Jail Break (1999).

Recentemente, caiu na internet um vídeo do que seria (ou poderia ser) um Road Rash da nova geração de consoles. Claro, falta muitos elementos, é um vídeo primário, mas empolgante. Note a quantidade de coisas que você pode fazer como pegar o sujeito e jogá-lo no chão, ou pegar uma placa de trânsito para usar como arma, a rampa, a roupa balançando.

O problema é que as informações que encontrei por aí estão desencontradas, e não se sabe se isso foi feito por um fã, se foi algum projeto feito dentro da EA (mas que não teria sido aprovado), ou se a empresa estaria mesmo desenvolvendo o game. O jeito é aguardar os próximos capítulos, na esperança de prevalecer a terceira opção. Por favor.

Nostalgia Games: Duke Nukem 3D

13 de Abril de 2009 por Pedro Cardoso

Duke Nukem 3D

Faz muito tempo que eu não escrevia nada para esta que é uma das séries de posts mais antigas do Receita do Sucesso, o Nostalgia Games. O jogo de hoje é o que eu considero o melhor FPS (First Person Shooter) já feito para o PC até hoje, o Duke Nukem 3D, lançado em 1996 pela Apogee (desenvolvido pela 3D Realms). Fiz esta afirmação no Twitter, o que gerou vários replies concordando e discordando (a maioria na verdade). Vamos ver se consigo explicar minha escolha.

O primeiro destaque de Duke Nukem 3D, sem dúvida, é o humor. Nunca um game, até então, tinha conseguido juntar um jogo de tiro com um humor tão escrachado. Isso se nota nas falas do personagem (quem não lembra do “piece of cake” quando ele explodia o monstro em mil pedaços?), na sua interação com as mulheres do game (que eram muitas e sempre dançarinas), nos detalhes dos cenários, como cartazes por exemplo.

Mas o jogo não é só palhaçada, tinha muita ação e dificuldade na medida certa. Outro destaque é a variedade de cenários, passando por becos e lojas de uma cidade grande, até naves e um planeta alienígena.

Tudo bem, devo admitir que outros fatores podem ter influenciado na minha escolha, como por exemplo, o fato de que, nesta época, eu estava no ensino médio e não trabalhava. Tinha todo o tempo do mundo para jogar, e fazíamos isso em rede no colégio, com certa frequência. Além disso, rolava uma quantidade de mapas absurdas feitas pela galera, para jogarmos em modo multiplayer. Sempre tinha uma novidade que prolongava nossas jogatinas.

Enfim, acho que posso somar todos esses detalhes no term “fator diversão altíssimo”. Se quiser saber mais sobre a história do game, as armas, e outras informações, leia o artigo do wikipedia que está completo.

Se você é leitor recente do blog, não deve ter conhecido os posts anteriores do Nostalgia Games, portanto, clique aí e leia as outras resenhas. Aproveite para deixar aqui o seu comentário sobre o seu FPS favorito, e o porque dele ter marcado sua vida gamer.

Nostalgia Games: Tyrian

12 de Marco de 2008 por Pedro Cardoso

Não me perguntem o porque. Talvez seja o desenho das naves, o cenário, os efeitos de tiro, ou a musiquinha contagiante. Mas, considero Tyrian, da Epic Games, o melhor jogo de nave de todos os tempos. E quem não concordar comigo é bobo e feio.

Na época em que o Pentium 200 MMX era a máquina sensação do momento, e ainda reinava os disquetes, este jogo fazia sucesso entre a molecada, assim como o Raptor: Call of the Shadows, outro do mesmo formato e contemporâneo ao Tyrian.

E além de todas as características citadas no primeiro parágrafo, Tyrian se destaca por ser um game com desafios e chefes de fases possíveis, muito diferente de outros games do gênero. Bateu até aquela vontade de jogar novamente, pena que ele não roda no Windows Vista.

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Nostalgia Games: Kung Fu Master

9 de Fevereiro de 2008 por Pedro Cardoso

Hoje o Nostalgia Games é para uma galera mais antiga. Eu iniciei minha vida de jogador de fliperama (arcade para os mais geeks) através desse clássico, o Kung Fu Master. O game era frenético (para a época) e ao mesmo tempo irritante. Vinha lutadores de todos os lados, que se você não derrubasse, te prendiam até você sacudir o controle para se soltar.

Quem já passou bastante da casa dos 20 anos deve se lembrar dele, e deve ter experimentado a mesma sensação de frustração que eu sentia na época. E a musiquinha de abertura (quando ele ta lendo a carta)? Grudava no ouvido igual cera.

A única coisa irritante no jogo era realmente esse agarra-agarra, me lembrou até aquele funk “então agarra, agarra, agarra a loirinha…”.

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Nostalgia Games: The Lost Vikings

18 de Janeiro de 2008 por Pedro Cardoso

Sou nostálgico por natureza. Já falei aqui em diversos post, e sempre que me lembro, trago uma pérola antiga do mundo do entretenimento. Filme, games, qualquer coisa que tenha marcado a minha infância ou adolescência. Hoje trago pra vocês leitores a memória do The Lost Vikings, um antigo jogo para PC.

Neste game, o objetivo era levar os três personagens ao final das fases. E cada viking tinha uma habilidade diferente, que se complementavam em torno do objetivo único. O interessante, que com esse sistema, poderiam jogar até três jogadores em modo de turno. Alguém ai se lembra deles? Curta o vídeo.

Resolvi fazer mais posts com estes temas nostálgicos, fortalecer essa área do site. Mas, como aqui quem manda é o leitor/internauta, tudo dependerá da recepção de vocês. O que acham? Paro ou sigo em frente?

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Nostalgia Games: Street Fighter 2 Alterado

30 de Outubro de 2007 por Pedro Cardoso

Uma das alegrias do meu tempo de escola era torcer para acabar logo a aula e correr para os fliperamas que tinham perto. Sou do tempo de Golden Axe, Captain Commando, Cadillacs and Dinosaurs e Street Fighter II Alterado. Como assim não se lembra? Bom, o nome oficial dessa versão bizarra do maior jogo de luta de todos os tempos era Rainbow Edition. Melhorou?

Um jogo onde os lutadores desafiavam a física (mais do que o normal) sem fazer nenhuma cerimônia. Dar “perfect” nesse jogo era tarefa para criança. Mas o que mais me irritava mesmo era o Sonic Boom do Guile (soni, soni, soni, sonic boom). Impossível escapar.

Um jogo onde até o bucha do Macumba (também conhecido como Dhalsin) ficava apelão. Agora, o mais surreal ainda era trocar de personagem no meio da luta (movimento que ficou popular no The King of Fighters, mas como uma explicação plausível). Lembrou agora? Com certeza, se você já passou dos 20 anos, irá se recordar. Mas se mesmo assim você ainda tem dúvida, ou não faz idéia do que estou falando, assista ao vídeo logo abaixo.

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