Crítica: Superman número 59
16 de November de 2007 por Pedro Cardoso
Quem leu o meu perfil neste blog, sabe que sou fã das revistas do Superman. Mas pagar R$6,90 para ler apenas 2 histórias (de 4 no total) boas do Homem de Aço, é demais para o meu bolso. E na verdade, A queda de Camelot parte 1 (arco que começa nesta edição) de Kurt Busiek e Carlos Pacheco, nem é tão empolgante assim.
Portanto meus amigos, a revista vale em apenas dois momentos. Ao vermos a volta da Lana Lang (a verdadeira, não aquela chatinha da série Smallville) nas histórias do Super e o melhor, assumindo a direção da LexCorp após a enésima prisão de Lex Luthor. O outro momento é a arte de Carlos Pacheco. Que não é um desenhista muito badalado (até criticado por alguns), mas gosto do seu estilo, como ele dá movimento aos personagens, e como seu traço é simples, sem ser simplório.
De resto, Supergirl e Superman Confidential, que compôe o mix, não sustentam a revista. A Menina de Aço vive uma experiência escolar comum a todos os adolescentes americanos, e que estamos exaustos de ver nos filmes que chegam até nós. Com toda essa preocupação e ser popular, as divisões por tribos e tudo mais. E na outra ponta da HQ a arte de Tim Sale não me convida a ler a história de Darwin Cooke.
Veredito: Só compre se você for realmente muito fã do mais famoso filho de Krypton.
Enfrentando a desconfiança do público, e da comunidade de heróis, Superman enfrenta novos vilões em Metrópolis tentando provar que é, de fato, o original. Superman 58 é um lançamento da








