Crítica: V – episódio piloto

4 de Novembro de 2009 por Pedro Cardoso

V

A indústria do entretenimento descobriu o Rio de Janeiro, e agora, toda e qualquer catástrofe vai assolar a nossa cidade. Neste dia 3 de novembro, estreou nos EUA a série “V”, que é um remake de uma minissérie dos anos 80 (que depois virou série). A imagem acima é um dos seis pôsteres promocionais da série (confira todos os outros), divulgados pela ABC.

A série “V” mostra uma raça de alienígenas super avançada chegando à Terra, prometendo paz, cura para as doenças e trocas de experiências científicas, culturais e tecnológicas. Mas logo, percebemos que suas intenções no nosso planeta não são nada nobres.

Assisti ao piloto e digo que fiquei interessado em acompanhar a série, mas não criou nenhum efeito “UAU” em mim, como fazem semanalmente FlashForward, Lost ou Dexter. Este primeiro episódio mostrou os “visitantes” chegando à Terra, posicionando suas naves gigantescas em 29 capitais pelo mundo, e sua ações para tentar conquistar a confiança da população.

Vemos também os conflitos religiosos, o papel da imprensa (mídia) e, no final do episódio, vemos como cada personagem do elenco principal tomará sua parte na trama daqui pra frente. Todos os elemenos de uma “invasão alienígena” estão em destaque, só senti falta de uma maior participação militar nessa equação, mas agradeço por não ter visto a cara do presidente dos EUA, como é costume.

É claro, a principal personagem é uma agente do FBI, Erica Evans (Elizabeth Mitchell – Lost), para não fugir do lugar comum. Porém, com a ausência da figura do presidente, e daquelas famosas cúpulas de emergências em caso de crise, “V” passou a impressão de que realmente este é um problema para a humanidade, e não apenas para o governo estadunidense.

Bom, vale deixar claro que este é apenas o primeiro episódio, e muita coisa ainda pode acontecer. Mas até agora, o que foi apresentado, é que o conflito será entre pessoas. Não posso falar mais sem Spoiler. A série “V” tem a mesma produção executiva de “The 4400″ e ainda não tem data de estreia no Brasil.

Tudo sobre a série Flash Forward

2 de Julho de 2009 por Pedro Cardoso

Flash Forward

O canal estadunidense ABC promete lançar no dia 24 de setembro uma série que fará o mesmo sucesso de Lost. Será? Essa série chama-se “Flash Forward” e tem Joseph Fiennes (Shakespeare Apaixonado) no papel principal, interpretando o agente do FBI Mark Banford.

A história é baseada no livro de mesmo nome, escrito em 1999 por Robert J. Sawyer. Na trama, a população do planeta desmaia por 2 minutos e 17 segundos e vivenciam, neste momento, as suas próprias vidas daqui a seis meses, todos no mesmo dia e horário: 22 horas do dia 29 de abril de 2010. É claro que, nesses 2 minutos, muitos acidentes e mortes acontecem.

E é no meio deste caos que entra o agente Mark Banford, para investigar. Aliás, pela foto acima, parece que ele fez curso de “marrentice” com o Horatio do CSI: Miami.

No livro, essa visão coletiva se passa 21 anos no futuro, mas como série para TV tem outra linguagem, os “seis meses” foram escolhidos para se ter um clímax ainda na primeira temporada. Segundo o produtor executivo Marc Guggenheim, será necessária três temporadas para contar toda a história, mas que eles teriam material para sete.

Além de Joseph Fiennes, também estão no elenco de “Flash Forward” Sonya Walger, John Cho, Courtney B. Vance, entre outros. David S. Goyer (que dirigiu o episódio-piloto), Brannon Braga, Vince Gerardis, Jessika Goyer e Ralph Vicinanza também são produtores-executivos.

Via: HQ Maniacs

Flash Forward

Saiba tudo sobre Dollhouse

28 de Janeiro de 2009 por Pedro Cardoso

Dollhouse

A Fox estréia nos EUA, no dia 13 de fevereiro (sexta-feira, #medo), a série Dollhouse. Que talvez não merecesse tanta atenção inicial se não fosse escrita por Joss Whedon, o mesmo de Buffy, Angel e das HQs de Astonishing X-Men. Mas do que se trata? Leia a sinopse oficial do episódio piloto (Ghost):

Echo (Eliza Dushku) é uma Ativa, um membro de um grupo altamente ilegal e escondido de invidíduos que tem suas personalidades eliminadas para que possam criar um número infinito de personas. Contratados pelos ricos, poderosos e antenados, os Ativos não apenas atuam em seus papéis, mas eles se tornam – pessoal e psicologicamente – quem o cliente quiser ou precisar que eles sejam.

Mesmo personificando um amante, um assassino, um negociador ou melhor amigo, os Ativos não sabem de nenhuma outra vida além daquela em que estão no momento.

Neste episódio de estreia, Echo é contratada por um empresário para ser a melhor negociadora de reféns quando a jovem filha é raptada. Enquanto isso, o agente do FBI Paul Ballard (Tahmoh Penikett) arrisca sua carreira em busca da Dollhouse.”

Você pode saber mais sobre Dollhouse neste tópico do Wikipedia (em inglês). Aqui, você confere o trailer de divulgação, e aqui, algumas imagens deste primeiro episódio. Sei não, pela descrição, esse negócio de “ser quem e o que a pessoa quiser”, isso me lembra muito a série “The Pretender”. Vou aguardar.

Via: Jovem Nerd News