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Crítica: Novos Titãs 35

29 de May de 2007 por Pedro Cardoso

Novos Titas

Desde a edição de número 11, pela Panini, que eu não comprava uma revista dos Novos Titãs. Retornei nesta número 35 pela atualização dos personagens “um ano depois” o fim da saga Crise Infinita. Eu esperava mais da revista.

Todos os personagens DC estão passando por mais uma reformulação, desta vez, após os acontecimentos de Crise Infinita. Portanto, ao ler, você vai ter a sensação de estar meio perdido, ou que “pegou o bonde andando”, como se dizia antigamente. Mas, a resposta a várias questões do que aconteceu nesse “um ano” de pulo nas histórias será explicado na série 52 Semanas, já concluída nos EUA e com previsão de lançamento no Brasil para julho, em 13 edições mensais ( ao contrário do que aconteceu lá fora, onde saiu uma edição por semana).

Toda essa explicação inicial é para alertar que, uma suposta confusão inicial ao ler a revista, não quer dizer que os roteiristas são fracos e as estórias confusas. Tudo será explicado no seu devido tempo, como o novo uniforme do Robin por exemplo, ou a nova formação dos Novos Titãs. Que aliás, está cada vez mais esquisita, desta vez, com a entrada de Devastadora e Kid Demônio. Os únicosTitãs originais que continuaram no grupo foram o Robin e o Cyborg. Qual o destino dos outros? Leia a revista.

Os Renegados é o grupo mais diferente do Universo DC, principalmente no mode de agir. E ao contrário de cerca de 90% dos leitores de quadrinhos, eu gosto deste grupo. A premissa de sua formação é muito boa, pena que muitas vezes as estórias são fracas. Nesta edição, o grupo liderado por Asa Noturna combate um grupo de extermínio no Mali (África). E novamente um grupo reformulado.

Neste retomada, o ritmo de Robin não caiu, e continua sendo uma agradável leitura para quem é fã do Universo Batman. Mas o enredo, escrito por Adam Beechen, é um dos mais “batidos” já usados. Robin, assim como já aconteceu com Batman, Asa Noturna e outras centenas de personagens, é acusado injustamente por um assassinato que não cometeceu, e corre em busca de provar sua inocência.

Chegamos ao elo fraco da revista, as Aves de Rapina. Essa nem posso opinar muito, pois confesso que fiquei realmente confuso ao ler essa estória. Mas isso se justifica pelo fato de eu não ter acompanhado a Oráculo e sua turma anteriormente, e esse salto de “um ano” não ajuda muito.

Veredito: Apesar do meu review não ter sido tão positivo, vale a pena comprar a revista, principalmente os fãs dos Novos Titãs, que estavam afastados, e agora podem acompanhar a revista em uma nova fase.

Crítica: Justiça número 3

24 de May de 2007 por Pedro Cardoso

Justiça

Na continuação de mais essa obra prima desenhada por Alex Ross, e roteirizada por Jim Krueger, Ajax parte para o Oceano em busca do Aquaman, mas é surpreendido pelo Gorilla Grodd. Ao mesmo tempo, o Tornado Vermelho descobre o paradeiro de Arthur Curry, mas é desmantelado antes de poder se comunicar com qualquer outro membro da Liga da Justiça.

A revista Justiça número 3 chegou às bancas no mês de maio, ao preço de R$ 4,90, publicada pela editora Panini.

Nesta edição, o verdadeiro objetivo dos vilões do Universo DC, sob a liderança de Lex Luthor, continua incógnito. Porém, alguns deles aparecem fazendo ações humanitárias. Todos esses eventos têm ampla cobertura de uma mídia internacional perplexa. Como os heróis reagirão a isso tudo? Não sabemos ainda. E destaque para a confissão feita por Brainiac ao Aquaman.

Veredito: Agora que você comprou as duas primeira edições, vai acompanhar até o final. Não é mesmo?

Crítica: Justiça número 2

1 de May de 2007 por Pedro Cardoso

Justiça

Assim como terminou a primeira edição, o ritmo não cai na número dois da série Justiça. Aquaman está desaparecido, e isso preocupa os membros da Liga da Justiça. Mas Batman tem um problema grande para resolver antes.

A HQ começa com o Charada (Edward Nigma) roubando informações confidenciais das Indústrias Wayne (que inclui todos os segredos da comunidade de super-heróis), e com Batman em seu encalço para tentar recuperá-las.

A revista também conta com uma rápida aparição do Flash à procura do Sr. Frio. E nas últimas páginas, conhecemos o paradeiro de Aquaman.

A propósito, essa é a revista em quadrinhos de número 995 da minha coleção, e rumo a milésima!

Veredito: Sou suspeito para falar, como fã do desenhista Alex Ross, sempre que posso, compro tudo que é produzido por ele. E essa série Justiça deve ser lida até o fim, e guardar com carinho na coleção.

Editoras de quadrinhos sofrem no Brasil

23 de April de 2007 por Pedro Cardoso

Superman voando

Não achei título melhor, e o provisório virou definitivo. Lendo o excelente review sobre a revista, ‘Justiceiro Massacra a Universo’ Marvel, no site Zine Acesso, eu pensei “ora, eu tenho essa revista”. E lá fui eu atrás dela nas minhas gavetas. Olhando a revista, vi que ela saiu aqui no Brasil pela editora Pandora Books. Curioso, fui procurar na minha coleção outras editoras que tentaram a sorte no incostante (para não dizer fraco) mercado consumidor de quadrinhos no Brasil.

Magnum Force – Aposto que poucos conheciam essa. Era a divisão de quadrinhos da editora Magnum (!?). Tenho três revista dessa obscura editora, todas do Hitman. Ela ainda lançou no Brasil as revistas do Espectro, Starman, Os Invisíveis ( da linha Vertigo), todos da DC Comics.

Metal Pesado – O carro chefe dessa editora era a revista Heavy Metal americana, mas também publicava estórias como Hellblazer e Preacher. Aliás, essa editoras investiram muito nos quadrinhos da Vertigo, sempre com a boa intensão de ser uma alternativa adulta para o que era lançada pela Abril na época. Depois de um tempo a Metal Pesado mudou de nome para Tudo em Quadrinhos.

Brainstore – A equipe que comandou essa editora, no início dos anos 2000, é a mesma da Tudo em Quadrinhos, mas não sei afirmar se trata-se de mais uma mudança de nome, ou uma nova empreitada. Preciso pesquisar. Bom, pelo menos as revistas eram as mesmas, com o acréscimo de Transmetropolitan, Sandman, Monstro do Pântano entre outros.

Só para lembrar, estou falando sobre as editoras, que por motivos que não vem ao caso debater, passaram como um relâmpago pelo nosso mercado. Porém, deixou ótimas revistas nas nossas coleções. Por isso não cito Abril, Ebal, RGE, e hoje Panini, que são empresas que têm, ou tiveram, largo sucesso no Brasil.

Caso alguém lembre de alguma editora que eu tenha esquecido, por favor, mandem um comentário. Mas não vale as que ainda existem, como Devir, Opera Graphica, Conrad, Via Lettera, Mythos, Pixel Media e HQM Editora.

Crítica: Justiça número 1

4 de April de 2007 por Pedro Cardoso

Justiça

Mais um grande lançamento da DC Comics chega às bancas brasileiras trazida pela Panini. Estou falando de “Justiça”, série desenhada pelo magnífico Alex Ross (dispensa comentários), e roteirizada por Jim Krueger.

A revista têm 44 páginas e custa R$ 4,90. Excelente preço pela qualidade do material. Lançada em Março de 2007, ela ainda pode ser encontrada em qualquer boa banca no Rio de Janeiro (pelos menos até dia que estou escrevendo este artigo).

É claro que não se compara a clássicos como Marvels e Kingdom Come (Reino do Amanhã), ambos lançados pela Abril, mas não deixa de ser uma excelente fonte de diversão, que te deixa querendo ler a edição do próximo mês.

O enredo começa tirando o fôlego, catastrófico (como 90% das histórias da Liga da Justiça) e na verdade você só consegue respirar durante o diálogo de Aquaman (Arthur Curry) com sua esposa Mera. Outro ponto forte da revista foi poder rever o vilão Arraia Negra, personagem que não vejo desde o desenho “Superamigos“.

Veredito: Recomendo para todos os fãs de revistas em quadrinhos. Obrigatório ter na sua coleção.

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