Crítica: Missão Impossível – Protocolo Fantasma

18 de December de 2011 por Pedro Cardoso

Missão Impossível Protocolo Fantasma

O filme Missão Impossível: Protocolo Fantasma resgata um tema clássico da Guerra Fria, e coloca novemente Russia e EUA em uma guerra iminente. Para evitar que isso aconteça, Ethan Hunt e sua turma embarcam em mais uma missão impossível de ser concluída.

Uma bomba explode no Kremlin e Ethan Hunt e sua turma são acusados por este atentado. Para evitar problemas maiores, os EUA “desligam” a agência IMF e aciona o Protocolo Fantasma. Para provar sua inocência e salvar o mundo.

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Crítica: O Gato de Botas

1 de December de 2011 por Pedro Cardoso

O Receita do Sucesso esteve presente na premiere do filme Gato de Botas, que aconteceu no dia 19 de novembro, no Cine Lagoon (Rio de Janeiro), com a presença dos atores Antonio Banderas e Salma Hayek. Podemos adiantar que o filme é muito divertido, e na minha opinião, melhor que o Shrek. Continue lendo a crítica:

O Gato de Botas é um personagem muito mais carismático do que Shrek, e além disso, é um gato, e isso cria uma empatia com o público muito mais facilmente. Todos os donos de gatos se identificarão com as piadas baseadas no comportamento e principais características do felino.

Mesmo sendo uma animação com alvo no público infantil, pode agradar em cheio aos adultos. O filme é recheado de ação e algumas piadas sutis, e não há um momento em que você fique enfadado. Isso é perfeito para aquele pai ou mãe que têm a “obrigação” de levar o filho no cinema durante o fim de semana.

Infelizmente não posso avaliar a dublagem original, pois a cópia exibida na pré-estreia estava com a dublagem brasileira, que aliás estava muito boa. Todos os personagens tinham alguma personalidade, destacada pela nossa dublagem.

As texturas, o 3D e a animação em si estão excelentes. Todos sabemos o quanto é difícil representar com naturalidade a pelagem de um animal, mas a tecnologia atual tira isso de letra e os responsáveis aproveitaram isso com maestria para criar o Gato de Botas.

Todos os personagens são carismáticos, até o nonsense ovo. Isso mesmo, como você deve ter visto no trailer, existe um personagem que é um ovo, o Humpty Dumpty. O interessante, é que em nenhum momento isso incomoda, por causa da personalidade forte que o personagem carrega, e sua importância para a formação do caráter do Gato de Botas. Minha única ressalva ê quanto a participação da personagem de Salma Hayek, Kitty Pata Mansa, pois creio que ela tinha lastro para ter uma importância muito maior do que teve na trama.

O Gato de Botas é uma ótima escolha para levar a família, portanto, vá sem susto. A animação estreia no Brasil no dia 9 de dezembro.

Crítica: Thor

30 de April de 2011 por Pedro Cardoso

Estreou nesta sexta-feira 29/04 o filme Thor (uma semana antes do que os EUA), que apresenta para o público de cinema a mitologia do Deus do Trovão da Marvel, sendo também mais um degrau percorrido para o filme dos Vingadores. Devo dizer que fui para o cinema com uma grande expectativa, que foi atendida e superada.

Antes de continuarmos, leia a sinopse oficial do filme: “A Paramount Pictures e a Marvel Entertainment apresentam a aventura épica “Thor”, que mostra a Terra e Asgard do Universo Marvel nos dias de hoje. No centro da história temos o Poderoso Thor (Chris Hemsworth), um poderoso guerreiro arrogante cujas ações imprudentes reacendem uma antiga guerra no reino dos deuses.

Thor é exilado na Terra por seu pai Odin (Anthony Hopkins), forçado a viver entre os humanos como forma de castigo. Uma cientista, bela jovem, Jane Foster (Natalie Portman), se afeiçoa profundamente pelo Deus, e se torna seu primeiro amor. É quando, aqui na Terra, Thor aprende o que é preciso para ser um verdadeiro herói, o mais perigosos vilão do seu mundo envia as mais sombrias forças de Asgard para invadir a Terra”.

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Crítica: Kick Ass

13 de July de 2010 por Convidado

Kick-Ass

Ao se deparar com a publicação nacional de “Kick Ass – Quebrando Tudo”, você imagina que se trata de uma HQ única. Afinal, um encadernado em capa dura, com roteiros dos experientes Mark Millar e John Romita Jr. e um preço nada convidativo de R$ 60,00, você imagina que só algo revolucionário (ou marcante para a nona arte) justifica essa estratégia editorial.

Pois bem! “Kick Ass” não é revolucionário! Não é uma nova vertente nas histórias em quadrinhos! E não é imperdível! O que não significa que seja ruim…

“Kick Ass – Quebrando Tudo” no início tenta apresentar algo que o roteirista o denominava como “único”: o que aconteceria se um garoto do mundo real resolvesse colocar uma roupa de mergulho e sair dando bordoada nos bandidos da região? A premissa interessante se mostrou fiel até certa parte de “Kick Ass”, principalmente como vemos que esse negócio de salvar o mundo é uma ideia bastante perigosa (para não dizer idiota).

Hit Girl

Mas ela se transforma da água para o vinho quando nos apresentam a pequena e carismática Hit Girl, uma garotinha de 9 anos que consegue usar espadas e armas de fogo como uma profissional. A partir daí, Kick Ass se torna um coadjuvante das peripécias impossíveis da jovem. Dá para entender que o “mundo real” de “Kick Ass” não é tão real assim, e que Kick Ass só é o bucha que é, porque não teve o treinamento necessário (como o Batman… Quero dizer, como a Hit Gil).

Apesar da premissa de “realidade” ser jogada pela janela, a HQ se torna muito mais divertida! Não tem como não se impressionar e torcer pela Hit Girl, pois o que ela tem de fofinha, tem de casca-grossa! E apesar dos clichês na trama, você acaba automaticamente pensando “ah! É quadrinhos de super-heróis! O que você esperava?”.

No final, com o desfecho da história da pequena Hit Girl, o roteiro tenta voltar a “realidade normal” das coisas, dando um desfecho bastante triste, mas consequentemente real! E ainda em aberto, especialidade de Millar, por causa das já anunciadas continuações.

Isso deixa um gosto ruim na boca ao terminar a leitura. Só não se sabe se é pelo final depressivo ou se é pelo preço salgado que você pagou por mera HQ divertida de super-heróis.

Escrito por Bernardo Cury, o Mallandrox dos Melhores do Mundo

Crítica: Homem de Ferro 2

2 de May de 2010 por Pedro Cardoso

Homem de Ferro 2

Fomos acostumados que o segundo filme de uma série nos cinemas é sempre pior que o primeiro. Alguns filmes quebraram esse paradigma, enquanto o Homem de Ferro 2 explodiu e elevou as continuações para outro patamar.

Antes de tudo, leia a sinopse oficial do filme: “Sofrendo pressão do governo, da mídia e do público para compartilhar sua tecnologia com as forças armadas, Tony reluta em divulgar os segredos por trás da armadura do Homem de Ferro, temendo que as informações caiam em mãos erradas. Tendo Pepper Potts (Gwyneth Paltrow) e James “Rhodey” Rhodes (Don Cheadle) ao seu lado, Tony estabelece novas alianças e enfrenta novas e poderosas forças”.

A trama continua exatamente de onde parou o primeiro, quando Tony Stark assumiu publicamente ser o Homem de Ferro. Vendo isso na TV, o russo Ivan Vanko (Mickey Rourke) culpa o milionário Fanfarrão de Ferro por seu pai ter morrido na pobreza, ao trabalhar anos para as Indústrias Stark. Decidido a se vingar, ele pega as anotações do pai e desenvolve suas própria arma (o chicote) a partir da tecnologia Ark.

Para desenvolver este roteiro, vemos a chegada de um novo personagem à franquia: Justin Hammer, rival industrial de Stark , papel este muito bem interpretado pelo ator Sam Rockwell. É claro que não podemos falar de interpretação sem destacar o quão Robert Downey Jr. estava excelente como protagonista, fazendo um Tony Stark que talvez só ele conseguiria.

Tony Stark

Seria imperdoável se eu esquecesse a beleza de Scarlett Johansson como Natasha Romanoff, a Viúva Negra. Porém, em um filme que optou por quebrar paradigmas e apresentar algo novo, Scarlett Johansson protagonizou a cena mais clichê que poderia existir em filme de ação, derrubando uma fileira de guardas por um corredor, fazendo caras e bocas a cada golpe desferido. A cena não ficou ruim, e a atriz não tem culpa disso, mas o modo como foi apresentado foi desnecessário.

No escuro do cinema, com o reflexo da projeção, era possível ver vários olhinhos nerds brilhando quando Nick Fury “Ultimate” aparece pela primeira vez em cena, muito bem interpretado por Samuel L. Jackson. Isso se repetiu quando War “Badass” Machine surge na tela, com suas armas de destruição em massa.

O que vemos no filme, e os fãs vão reconhecer bem isso, é uma mistura elegante de acontecimentos de duas grandes sagas do HdF dos quadrinhos: ” O demônio da garrafa”, quando vemos Tony Stark com problemas alcoólicos, e “Guerra das Armaduras”. O roteiro está tão bem escrito, que essas tramas se completam no filme sem que uma atrapalhe a outra e sem que pareça uma colcha de retalhos, como aconteceu em Homem-Aranha 3 por exemplo.

Quando eu vi a primeira imagem divulgada de Homem de Ferro 2, já criei uma enorme expectativa sobre este filme, que foi superada com o que eu vi na telona. É assim que um filme de super-herói deve ser feito, com boa dose de humor, ação na medida certa e elenco afinado. E claro, respeitando o original. Efeitos visuais de primeira qualidade, narrativa ágil, mas sem ser nonsense, boa quantidade de referência aos quadrinhos, é tudo o que um bom filme do Homem de Ferro pode apresentar, e foi apresentado para nós. Se o Receita do Sucesso tivesse uma pontuação, acho que seriam cinco estrelas, ou cinco sifrões. Acho que está na hora de eu pensar nisso.

Viúva Negra

Crítica: Guerra ao Terror

6 de March de 2010 por Pedro Cardoso

Guerra ao Terror

O filme Guerra ao Terror (The Hurt Locker) estreou no Brasil direto nas locadoras, sem que ninguém tomasse conhecimento. Quando o filme foi indicado ao Globo de Ouro e ao Oscar de melhor filme, o marketing da distribuidora brasileira resolveu lançá-lo nos cinemas, em uma trapalhada história.

Antes de tudo, leia a sinopse oficial: “Para um grupo de soldados americanos, alguns dias os separam do retorno para casa. Um período relativamente curto, se não fosse por tantas ocorrências que transformassem esse fim de jornada em um verdadeiro inferno. As forças armadas precisam de especialistas não só nos campos de combate mas também no dia a dia, na proteção do grupo contra insurgentes que promovem atentados, matando milhares de cidadãos. Conheça a dura realidade destes soldados e descubra que, ao contrário do que todos eles pensam, a luta jamais terminará”.

Preciso dizer que eu esperava um filme mais focado no drama e nas consequência de uma guerra, mas me surpreendi ao ver que o filme tem ação o tempo todo. Guerra ao Terror foi dirigido por Kathryn Bigelow (ex-esposa de James Cameron) e se apresenta como um bom filme de guerra, com cenas e situações mais próximas da realidade, do que outros filmes do gênero. Destaque para a cena bem retratada do combate entre dois snipers em um deserto qualquer do Iraque.

O ator Jeremy Renner é o protagonista deste filme, e desempenha muito bem o seu papel ao interpretar o William James, soldado designado para o esquadrão de bombas, e que é viciado na adrenalina provocada pela guerra. Renner faz um personagem forte e crível, mas não é nenhum show de interpretação. Além de Jeremy Renner, o filme tem a participação rápida de outros atores e atrizes conhecidos do grande público como Ralph Fiennes, Guy Pierce e a Evangeline “Kate de Lost” Lilly, como Connie James, esposa do protagonista.

Guerra ao Terror é um bom filme que merecia ter ido para as salas de cinema logo no seu lançamento mas, sinceramente, não achei que merece toda essa badalação. Há um certo exagero nessas indicações aos grandes prêmios do cinema. Enfim, valeu a pena pagar o ingresso, mas só porque eu sou fã desse gênero.

The Hurt Locker

Crítica: Zumbilândia

31 de January de 2010 por Pedro Cardoso

Zumbilândia

O filme Zumbilândia, da Columbia Pictures, estreou neste dia 29 de janeiro nos cinemas do Brasil, depois de dois meses de estreia nos EUA. O longa mistura um cenário de apocalipse Zumbi com humor.

Leia antes a sinopse oficial: “Misto de terror e comédia, o longa mostra a história de alguns sobreviventes que tentam sobreviver em um mundo infestado de zumbis sedentos de sangue. Columbus costuma fugir de tudo aquilo que o assusta. Tallahassee não tem medo de nada. No mundo repleto de zumbis, os dois são a dupla perfeita de sobreviventes. Mas agora eles vão ter de se encarar”.

Zumbilândia conta a história de quatro sobreviventes de um holocausto zumbi em uma road trip pelos Estados Unidos. As ações são narradas por Columbus (Jesse Eisenberg), tendo como fio condutor a sua lista de regras para sobreviver em um ambiente dominado por esses mortos-vivos, que é revisitada ou atualizada a todo instante no filme. Ao contrário do que pode parecer, isso não torna o filme repetitivo e enfadonho. Muito pelo contrário, pois o diretor Ruben Fleischer caprichou no dinamismo.

Zumbilândia

O filme não explica porque e nem como houve a epidemia que transformou a humanidade em zumbis, e é assim que deve ser. Quando for ao cinema, tenha em mente que você verá uma comédia de ação, que pode agradar também àqueles que gostam de filmes de zumbi contemporâneo.

O ritmo do filme está muito bem equilibrado, bem como o tempo de projeção, nem grande e nem pequeno. A dinâmica entre os atores está em boa sintonia, sendo que Woody Harrelson, de novo, desempenha muito bem o seu papel. E como um plus, ainda tem uma ótima e surpreendente participação de Bill Murray.

Por ser uma comédia, Zumbilândia é um filme mais leve que as produções tradicionais do gênero, sempre mostrando uma perspectiva otimista no meio de todo este caos. Porém, a produção não polpou no aspecto gore em suas cenas. Finalizando, o filme cumpre o que promete.

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