Capa da Ultimate Comics Avenger número 1

3 de August de 2009 por Pedro Cardoso

Ultimate Comic Avengers

A imagem acima, feita por Carlos Pacheco, ilustra a capa de “Ultimate Comics Avenger #1″, revista que será a nova casa dos Vingadores no Universo Ultimate da Marvel, após a saga Ultimatum. Se quiser ler o resto do texto, tenha cuidado com Spoiler.

A referida saga está acontecendo nos EUA nesse momento, onde o Magneto está chutando todas as bundas, servindo de muleta para os editores redefinirem este universo paralelo da Casa das Ideias. Muitos heróis morreram, e este grupo nasce com aqueles que sobreviveram ao massacre. Além dessa revista, outras duas surgirão: “Ultimate Comics Spider-Man” e “Armor Wars” (outra guerra de armaduras, como no universo normal). Aos poucos, outras nascerão, pois a ideia da Marvel é ter cinco revistas desta linha em 2010.

Além disso, esta primeira edição também marca a volta de Mark Millar aos roteiros, substituindo o fraquíssimo Jeff Loeb, que defecou no volume 3 da revista anterior (The Ultimates). Além desses dois excelentes profissionais, “Ultimate Comics Avenger” contará com o trabalho de Danni Mikki (arte final) e Laura Martin (cores).

No Omelete, você encontra a capa alternativa, mostrando a “careta” do Caveira Vermelha da linha Ultimate, desenhada pelo Olivier Coipel. A primeira edição “Ultimate Comics Avenger” chega às comic shops americanas no dia 12 de agosto. Quero ler com certeza.

Crítica: Superman número 59

16 de November de 2007 por Pedro Cardoso

Superman

Quem leu o meu perfil neste blog, sabe que sou fã das revistas do Superman. Mas pagar R$6,90 para ler apenas 2 histórias (de 4 no total) boas do Homem de Aço, é demais para o meu bolso. E na verdade, A queda de Camelot parte 1 (arco que começa nesta edição) de Kurt Busiek e Carlos Pacheco, nem é tão empolgante assim.

Portanto meus amigos, a revista vale em apenas dois momentos. Ao vermos a volta da Lana Lang (a verdadeira, não aquela chatinha da série Smallville) nas histórias do Super e o melhor, assumindo a direção da LexCorp após a enésima prisão de Lex Luthor. O outro momento é a arte de Carlos Pacheco. Que não é um desenhista muito badalado (até criticado por alguns), mas gosto do seu estilo, como ele dá movimento aos personagens, e como seu traço é simples, sem ser simplório.

De resto, Supergirl e Superman Confidential, que compôe o mix, não sustentam a revista. A Menina de Aço vive uma experiência escolar comum a todos os adolescentes americanos, e que estamos exaustos de ver nos filmes que chegam até nós. Com toda essa preocupação e ser popular, as divisões por tribos e tudo mais. E na outra ponta da HQ a arte de Tim Sale não me convida a ler a história de Darwin Cooke.

Veredito: Só compre se você for realmente muito fã do mais famoso filho de Krypton.

Crítica: Superman número 58

10 de October de 2007 por Pedro Cardoso

Superman

Enfrentando a desconfiança do público, e da comunidade de heróis, Superman enfrenta novos vilões em Metrópolis tentando provar que é, de fato, o original. Superman 58 é um lançamento da Panini Comics para o mês de setembro de 2007, e é vendido ao preço de R$ 6,90.

Após derrubar o vilão Carapax, com a ajuda do Nuclear, Superman tem que proteger Metrópolis de um novo vilão, o Leiloeiro. Este ser de outro planeta vem a Terra para roubar monumentos históricos e colocar em leilão para interessados de todo o universo. Quando o mesmo percebe que a Terra guarda outros valores, os meta-humanos são aprisionados em sua nave mãe para uma possível negociação futura. Com isso, cabe a dupla Asa Noturna e Nuclear iniciar um audacioso resgate.

Essa trama (com começo, meio e fim) segue a linha de aventuras iniciada na volta do Superman “um ano depois” de seu afastamento. Gosto desse tipo de estória do Homem-de-Aço. Sem compromisso, com o foco apenas na aventura, na ação. Enredo e roteiro de Kurt Busiek e Fabian Nicieza, e desenhos do surpreendente Pete Woods. Participação especial dos Novos Titãs.

A revista se completa com a segunda parte de Superman Confidential, com roteiro de Darwin Cooke e arte de Tim Sale. Sinceramente, não estou acompanhando essa saga. Esta arte retrô do Tim Sale me deixa um pouco deprimido.

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