Crítica: Liga da Justiça 60
3 de December de 2007 por Pedro Cardoso
A revista da Liga da Justiça é o melhor mix da DC Comics atualmente nas lojas. Só não coloco o Batman no primeiro lugar por causa das histórias do Asa Noturna. Na edição de número 60, o triunvirato da DC (Superman, Batman e Mulher Maravilha) continuam decidindo quem entra e quem sai na nova formação da Liga da Justiça, nessa nova fase do Brad Meltzer.
E enquanto os três folgados ficam sentados decidindo o futuro da equipe, outros heróis (Hal Jordan, Canário Negro e Arsenal) já estão em ação investigando o sumiço do corpo robótico do Tornado Vermelho (ele agora é humano). No mesmo momento, Raio Negro investiga como vilões buchas conseguem suprimir seus poderes para passarem nos detectores de poderes. Pensando ser o efeito de alguma droga, Raio Negro descobre que é tudo feito pelo Parasita em troca de uma “módica” quantia em dinheiro. Concordo com o Hiroshi quando ele diz que foi uma excelente idéia para inserir um vilão numa trama.
O Caçador de Marte (com duas edições no mix) segue tentando proteger outros de sua espécie que vieram parar na Terra e que estavam confinados e sendo testados cientificamente em um misterioso laboratório secreto. A.J. Lieberman (roteiro) conduz a história de forma bastante . Sem as pretensões cósmicas megalomaníacas que são comuns na DC. Aliás, Lieberman deve ser fã do futebol britânico, pois todos os personagens têm nomes de jogadores e técnicos da região: Rio Ferdinand, Ryan Giggs e Alex Ferguson.
Para terminar, uma boa história do Lanterna Verde, tentando salvar a Capitã Jillian (com participação especial da Liga da Justiça), enquanto é caçado por mercenários alienígenas contratados por Amon Sur, filho de Abin Sur. Tudo isso preparando terreno para a saga da Tropa Sinestro. Não é a Tropa de Elite, mas o bicho vai pegar assim mesmo. Aguardem e confiem.
Veredito: É uma revista que vale cada centavo se você for fã da DC. Se você não for, compre assim mesmo que aprenderá a gostar.








