Hellboy e Umbrella Academy para iPhone

22 de Outubro de 2009 por Pedro Cardoso

Hellboy

Não é de hoje que a indústria de quadrinhos encontrou no iPhone um bom filão. Ainda de forma tímida, mais crescente, várias HQs conhecidas do grande público estão ganhando sua versão para o dispositivo móvel da Apple. Desta vez, foi a vez da Dark Horse anunciar “The Umbrella Academy” e “Hellboy” em versão mobile.

Ambos serão vendidos em minisséries, com o preço de US$ 0,99 por edição. Do “Hellboy”, será publicada a mini em quatro edições “Sementes da Destruição”, de Mike Mignola (co-roteirizado por John Byrne). Já “Umbrella Academy” corresponde à minissérie em seis edições recém-lançada no Brasil, “Suíte do Apocalipse”, escrito por Gerard Way (da bandinha My Chemical Romance) e desenhada pelo brasileiro Gabriel Bá.

Recentemente, em uma Comic-Con de Baltimore (EUA), a Marvel Comics anunciou que em lançará em breve edições de suas revistas também para iPhone. E a DC? Bom, eu ainda prefiro ler a revista de papel, vai ser difícil me acostumar a este formato.

Via: Omelete

Trailer de Earthworm Jim para iPhone

20 de Outubro de 2009 por Pedro Cardoso

Jim

A Apple vem tentando consolidar o iPhone e o iPod touch como duas plataformas portáteis (também) para games, e o relançamento de jogos antigos só vem reforçar essa ideia. A bola da vez é o divertido e nonsense “Earthworm Jim”. Lembra dele?

Esta minhoca apareceu pela primeira vez no Mega-Drive em 1994, e logo depois saiu para SNES, PC (ainda na época do DOS) e por aí vai. O game, produzido pela Gameloft, estará disponível no dia 21 de outubro na AppStore da Apple.

Para games, eu não consigo me adaptar a um dispositivo sem botões. É ruim ter que dividir espaço na tela com os controles, pois, como você vê o que está acontecendo no jogo, com dois dedões na frente? Mas enfim, para quem não se importa, é só gastar uma graninha e terá uma boa diversão. Veja o trailer.

Via: Portallos

iPod nano agora tem câmera VGA e rádio FM

9 de Setembro de 2009 por Pedro Cardoso

Novo iPod nano

Dizem que a Apple lança tendências, eu acho uma empresa atrasada. HOJE, em pleno 2009, durante o seu evento destinado aos gadgets de música, ela finalmente anunciou que incluiu em seu iPod nano, rádio FM e câmera VGA! Qualquer aparelho xing-ling da Uruguaiana ou 25 de Março já tem isso há anos. Ok, eu não estou comparando a qualidade dos produtos, sei que os da Apple são muito superiores, e eu nunca compraria um xing-ling. Mas, cadê a “vanguarda”?

Agora isso não é pior, a tal câmera só servirá para filmar e NÃO tirar fotos. Pois como eu li no ótimo Tecnoblog, “os eletrônicos para capturar vídeo são muito mais finos do que os necessários para fazer fotos”, e o Tio Jobs não queria “engrossar” o nano. WTF?

Enfim, além desses dois itens, o novo iPod nano também tem speaker, microfone, tela um pouquinho maior e aquele lance do pedômetro para “ligar” no seu Nike. Tudo isso mantendo o mesmo design, preço e opções de cores da versão anterior.

A maior sacanagem que a Apple fez foi com o iPod classic. Ano passado, eles lançaram um modelo com 120GB de capacidade de armazenamento e descontinuaram o de 160GB. Agora, em 2009, eles lançam novamente a versão com 160GB com o mesmo preço do de 120GB. E quem comprou o iPod classic de 120GB sob a promessa de não ter mais o modelo de maior capacidade, como fica? Não é possível que os blogs de tecnologia não contestem isso.

E quando todos esperavam que a novidades mais impactantes estariam no iPod touch (incluindo câmera), eis que eles anunciaram apenas um modelo com 64GB e, segundo o Inside Techno eles serão “50% mais rápidos (…) e contará com OpenGL|E, uma tecnologia de processamento gráfico semelhante a do iPhone”. Ainda bem que não vendi o meu iPod touch 2G, pois essas novidades não chamam a minha atenção.

O evento da Apple também apresentou novas cores para o iPod shuffle e novidades na versão final do programa iTunes 9. Quer saber mais sobre tudo isso? Confira a cobertura completa dos blogs Inside Techno e Tecnoblog.

Foto: Engadget.

Lançamento do iPhone 3G S decepciona

8 de Junho de 2009 por Pedro Cardoso

iPhone 3G S

Vamos ver se entendi. Toda a blogosfera fã da Apple fez um alarde gigantesco para isso? Após o anúncio das “novidades”, durante o WWDC’ 09, do novo iPhone 3G S fiquei muito decepcionado.

Os rumores da bússola, Nike+, câmera de 3 megapixels, função de modem 3G, comando de voz, copiar e colar e gravação de vídeo (como nenhum smartphone “pensou” nisto antes?) foram confirmados. Além de vários outros recursos do OS 3.0, como MMS (que coisa antiga). Porém, mesmo com todos essas atualizações, o iPhone ainda fica muito aquém dos outros smartphones top de linha do mercado, como os recém lançados Nokia N97 e Palm Pre, só para citar dois exemplos.

A única coisa realmente interessante é o “Find My iPhone” que, em caso de perda ou roubo, ajuda você a localizá-lo com o mapa e aviso sonoro. E ainda, pode apagar remotamente (à distância para os não iniciados) todos os dados contidos no aparelho, para depois restaurá-lo no iTunes.

Pois vejamos, agora só falta o bluetooth, rádio FM (até meu w200 tem), Flash (no navegador e na câmera) e câmera frontal. Quem sabe daqui a 2 ou 3 iphones ele já contemple todos esses recursos.

Bom, se mesmo assim você ficou interessado em pagar um fortuna por isso, o iPhone 3G S estará disponível em 19 de junho nos EUA e Europa, e em 9 de agosto no Brasil.

Foto: Engadget

Crítica: A Cabeça de Steve Jobs

5 de Janeiro de 2009 por Pedro Cardoso

Steve Jobs

Steve Jobs morreu? Não morreu? Está doente? São perguntas que os fãs e os pseudos-jornalistas fazem diariamente. Especulação essa que aumenta devido ao modo como a Apple trabalha as suas informações internas, não deixando vazar nada para a imprensa e punindo severamente aqueles funcionários que passam informações sigilosas para os jornais. Esses e outros aspectos da rotina diária da empresa de Cupertino, bem como a participação de Steve Jobs nisso tudo, está no livro “A Cabeça de Steve Jobs“, de Leander Kahney, lançado pela editora Agir.

O livro tem um formato para o público que se diz empresário, empreendedor ou pretende ser um administrador de sucesso. A cada final de capítulo, o autor mostra um resumo das idéias apresentadas, do que é o pensamento padrão, a forma de trabalhar do chefão da Apple (também chamado de CEO). Porém, creio que o livro vai agradar bastante àqueles que gostam de tecnologia (e não só os fanboys acéfalos da Apple) e querem saber um pouco da história da empresa da Maçã, o processo de criação e produção do Macintosh e do iPod, entre outros.

É simplesmente fantástico ver como o Tio Steve pensa globalmente a imagem dos produtos Apple, desde a embalagem, passando pela apresentação à imprensa dos mesmos e chegando às lojas próprias, tudo baseado na preocupação com a experiência do usuário. O autor realmente nos transporta para dentro da mente do cara, e nos faz perceber como ele pensa, como ele age, e porque ele é assim (tudo tem uma resposta lógica). Depois de ler esse livro, ficou fácil entender uma coisa que eu não compreendia, o porque desta adoração por uma empresa de tecnologia, chegando quase a ser uma religião para os clientes da mesma.

Kahney fez isso mesclando entrevistas, que ele mesmo fez, com depoimentos em revistas e jornais da época do assunto abordado, do próprio Steve Jobs e de seus colaboradores. Mostra que o cara se empenhou na sua pesquisa, e mais, deixa transparecer que ele é um fã da Apple e Steve Jobs. Em certos momentos, seus relatos são apaixonados. Mas essa nem é uma crítica negativa.

Achei, aí sim, desnecessário quando ele “esquece” de Jobs para falar exclusivamente de Jonathan Ive. O livro não é sobre a vida e obra de Steve Jobs? Então não me interessa a vida pessoal de Ive. Ainda que ele seja o mago do design e figura importante nas conquistas da empresa. Neste momento me senti meio perdido na narrativa, como se tivesse num daqueles brinquedos de parques de diversões que são umas xícaras que ficam girando. Mas depois, o livro retoma a linha com força total e você lê em um fôlego até o fim.

Mais um vez digo que recomendo a compra do livro, mas acredito que pessoas que não gostam de acompanhar o mundo da tecnologia, e as empresas do ramo, talvez não gostem da leitura.

Análise: iPod Touch segunda geração

19 de Dezembro de 2008 por Pedro Cardoso

ipod touch

Finalmente fui afetado pelo campo de distorção da realidade de Steve Jobs, e com isso, tenho em minhas mãos a segunda geração do iPod Touch. O que eu falar sobre a tela, a AppStore, a interface, a facilidade de uso, não será nenhuma novidade. Tudo já foi amplamente explorado pelos especialistas da internet, porém, gostaria de passar a minha impressão sobre o produto, e a minha experiência de usuário.

No livro “A Cabeça do Steve Jobs“, o autor Leander Kahney fala da disposição de Jobs para os detalhes e a sua preocupação na elaboração cuidadosa até mesmo da embalagem, como forma de permitir um prazer a mais ao usuário. Isso realmente é percebido quando se pega em mãos um produto como iPod Touch, essa experiência começa neste momento.

O som é realmente espetacular, isso é mais do que falado a anos, e não estou contando nenhuma novidade. Eu só tinha experiência com MP3 players usando meus celulares (sendo o último o Sony w200), e quando você passa a ouvir um ipod, a diferença é gritante. O som é limpo e alto, sendo inclusive um perigo para a audição, mas isso é outra história, deixo para quem entende do assunto explicar.

Eu particularmente não gostei do botão de volume, ele é “duro” e levemente inclinado para a diagonal. Nada que atrapalhe, mas necessita fazer uma certa força para acioná-lo. Agora, o que realmente me deixou frustrado foi a sua fraca recepção de wi-fi. Na imagem abaixo, comparei o iPod segunda geração (o meu, o da esquerda) com o do Ale Johnny (de primeira geração). E mesmo que essa lista de redes oscile, é verdade, o meu iPod Touch nunca encontrou as redes “Cinemark” e “Leandro” neste ponto do shopping em que estávamos.

ipod touch wifi

Mais o que é realmente impressionante, além da tela multi-touch, é a facilidade de uso do mesmo. É realmente louvável essa preocupação de Steve Jobs em tornar os sistemas da Apple incrivelmente fáceis de serem usados, o que para um dispositivo móvel, é absolutamente necessário, pois imagina-se que você estará em trânsito quando usá-lo. Portanto, nada de menus e interfaces complicadas.

Será que nenhuma outra empresa percebe isso? Você acha informações, configura programas, altera opções rapidamente. Quer mostrar uma foto ou um PDF que está anexado em algum email para a pessoa do lado, em segundo você faz. Quer adicionar um compromisso, achar um endereço no mapa, é ridiculamente intuitivo.

Já não consigo mais viver sem o meu, ando com ele o tempo todo. Leio meus feeds, meus emails, ouço meus podcasts, vejo meus compromissos do mês, tudo. No Saiba Tudo, vou preparar uma série de posts mostrando os meus apps e games preferidos, explicando o porque de minha escolha e tentando mostrar funções para o seu dia a dia.

ipod touch

Novos MacBooks já estão entre nós

14 de Outubro de 2008 por Pedro Cardoso

Após mais um evento de lavagem cerebral do Steve Jobs e alguns convertidos depois (ou não), a Apple anuncia seus novos produtos. São eles: LED Cinema Display, novo MacBook, novo MacBook Pro e a atualização do MackBook Air.

Sem dúvida o grande esperado e especulado (existe essa palavra?) da semana é o MacBook Pro, agora, com carcaça (ou case para ficar mais chique) de alumínio e conectores em apenas um lado, entre outras novidades. Entre elas, novo trackpad, que ficou maior, eliminou o botão e agora permite uma série de funções utilizando os dedos (dois, três ou quatro), chip gráfico Nvidia GeForce 9400M integradas ou NVIDIA 9600M GT, você escolhe e bateria que poder durar até cinco horas.

Essa máquina poderosa vem equipada com processador Intel Core 2 Duo de até 2.8GHz tela LED-backlit, HD de até 320GB e até 4GB de memória RAM DDR3 de 1066MHz, 2 portas USB 2.0, uma porta FireWire 800 e a porta mini display. O MacBook Pro já pode ser comprado no AppStore ao preço de US$1999,00 o modelo mais barato e US$ 2499,00 o mais caro.

O MacBook é menor do que a versão Pro, apenas 13 polegadas, e apresenta algumas das inovações do seu irmão como o trackpad de vidro e o chip gráfico Nvidia 9400M. Também serão vendidos em dois modelos: O primeiro com processador Core 2 Duo a 2GHz, 3MB L2 Cache, 2GB de memória RAM 1066MHz DDR3, 160GB de HD e SuperDrive custando US$ 1299,00, enquanto que o segundo modelo vem com 4GB de RAM, processador 2.4GHz e 320GB de HD ao preço de US$ 1599,00. Os modelos antigos passam a custar US$ 999,00.

O MacBook Air apenas foi atualizado recebendo o processador gráfico 9400M da Nvidia, a tal da Mini DisplayPort e novas capacidades de armazenamento: HD de 120GB ou um SSD de 128GB. O preço do modelo básico continua sendo US$ 1799,00, e do mais avançado, custará US$ 2499,00.

Para terminar, a Apple apresentou um novo monitor de 24 polegadas, o Cinema Display. Sua tela é uma LED-backlight, com resolução de 1920×1200, alto-falantes estéreo, iSight e microfone embutidos. Este monitor virá acompanhado com um cabo com três conectores: MegaSafe (recarga de notebooks), porta USB e uma Mini Display Port. Não confunda, não é um iMac, é apenas um monitor e ele estará à venda a partir de novembro por US$ 899,00, lá fora. Quer saber mais sobre ele? O blog Engadget já disponibilizou o seu “hands-on”.