Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina.

Análise: Ploc-Ploc

27 de July de 2009 por Pedro Cardoso

Ploc-Ploc

Recebi semana passada um gadget (posso chamar assim?) chamado Ploc-Ploc, que estão lançando no Brasil após fazer sucesso no mundo, segundo eles. Este aparelinho é conhecido como “plástico bolha infinito”, por representar o mesmo som de quando você estoura um plástico bolha. Mas, além de ser infinito (enquanto durar a bateria, é claro), ele faz um barulhinho aleatório a cada 100 apertadas, que pode ser buzina, mulher gritando, entre outros sons. Será que essa mania vai pegar?

Os responsáveis estão investindo pesado no marketing do produto, com direito até a anúncio no Windows Live Messenger. No site oficial, você pode comprar o produto pelo valor de R$ 29,90, se tornar um “ploqueiro” e pleitear seu espaço no panteão da “plocosfera”, com lotação máxima de 20 mil clientes. Você compra o produto, se cadastra e terá uma foto sua com o seu perfil em um grande plástico bolha virtual. Ou seja, eles agregaram uma rede social ao produto para parecer mais atual e enturmado com a galera, e claro, maximizar o preço.

Brinquei com o produto e creio que 30,00 reais é um valor bastante alto para um produto tão simples e pouco funcional, que no final das contas, não passa de um chaveiro que faz barulho, produto que qualquer camelô na Uruguaiana ou 25 de Março irá vender em breve por R$ 5,00 (se já não estão vendendo). Enfim, no Youtube você encontra vários vídeos sobre o produto, e pode tirar a sua própria conclusão.

Site Ploc-Ploc

Análise: The Ghostbuster – The Video Game

26 de July de 2009 por Convidado

Ghostbusters

Na grande maioria das transposições de mídias, quando ela ocorre, boa parte de tudo aquilo que torna um filme, um game ou um livro únicos se perde. Isso acontece quando um filme resolve se aventurar em forma de game. Ou quando um grande Best seller literário resolve tomar forma visual como película de cinema.

Se você curtiu cinema nos anos 80 e 90, provavelmente é um grande fã dos Caça Fantasmas e provavelmente, ao jogar o recente The Ghostbuster – The Vídeo Game, não sofrerá desse problema. Quer dizer, o filme não está ali e nem de longe o game é impecável, mas podemos respirar aliviados ao ver, que depois de 9 horas controlando um dos caçadores de assombrações, tudo que o tornou clássico, Cult e inesquecível, felizmente ainda esta lá.

Para começar, não iremos detalhar a história do jogo, evitando spoilers desnecessários, mas saiba que o quarteto que forma os Caça Fantasmas agora tem um novo membro: Você. Pra evitar que a atenção fosse dada de maneira desigual a apenas um dos personagens que fosse controlado na aventura, a desenvolvedora teve uma acertada decisão de incluir um novato no time, que é onde você entra. Sem nome, sem apegos emocionais nostálgicos e sem abrir a boca do começo ao fim, você se sente parte da equipe, mas inconscientemente, não rouba os holofotes do quarteto clássico visto no cinema.

Os gráficos estão acima da média com construções bem definidas e muitos itens destrutíveis pelo caminho, fazendo a alegria da sua arma de Prótons, que pode ser usada pra causar o máximo de danos aos locais, para que você receba isso em dinheiro mais tarde, devido a um “seguro caça-fantasma” que a prefeitura de Manhattan criou pra manter a cidade livre dos fantasmas e ao mesmo tempo manter ela inteira.

A iluminação também se mostra fantástica, já que os jorros de energia que brotam de sua arma iluminam todo o ambiente e os inimigos de forma dinâmica, sem contar as belas explosões que causam. O único revés em seu quesito gráfico fica para a modelagem dos personagens. Apesar de serem magníficas e extremamente fiéis aos atores de carne e osso, uma aparência plástica foi conferida às texturas que por vezes, principalmente nos closes dos CGs, deixam todos com uma aura artificial ou com cara de bonecos de borracha, o que acaba um pouco com a magia do envolvimento no game.

Já no quesito sonoro o game é quase irrepreensível. Os dubladores originais dos devidos personagens estão de volta, conferindo a cada um uma personalidade única e diálogos, que tal qual o filme, são impagáveis e estão repletos de piadas ácidas e humor inteligente com a ajuda de um bom roteiro. Desde as músicas que rolam durante o menu até as músicas que embalam suas caçadas, bem como as explosões e sons de cada inimigo ao te atacar ou ao explodir numa nuvem de ectoplasma colorido, os efeitos fazem o seu papel e se destacam. Ligue o home theater no volume máximo sem medo de ser feliz.

Sem medo de honrar o grande clássico do cinema, The Ghostbuster : The Vídeo Game mostra como adaptar um jogo do cinema, mesmo depois de tanto tempo, e fazê-lo soar genuíno e divertido. A decisão da Activision Blizzard de abrir mão do game, e quase mandá-lo ao limbo, se mostrou errada e que o game poderia ter futuro, como apostado pela Atari, não para apenas ser um grande sucesso memorável, mas para talvez garantir uma continuação e dar seguimento a popularidade dos personagens se não no cinema, de forma mais divertida e interativa no universo dos videogames. Vale a compra e definitivamente não decepciona.

Ghostbusters

Texto escrito por Dimitri Robles da e-Zone Online

Análise: The Sims 3

5 de July de 2009 por Convidado

Blogueiro Convidado

Ah, a liberdade

Um dos jogos mais aguardados do ano acaba de chegar às lojas e já é o maior lançamento da história da Eletronic Arts. The Sims 3 não trouxe tantas mudanças quanto o seu antecessor, mas aperfeiçoou pontos essenciais na jogabilidade. Com ele, dá pra brincar de estilista, arquiteto, decorador e fazer praticamente tudo, dentro dos limites digitais.

As primeiras mudanças aparecem logo na criação do Sim (o personagem que você controla ao longo do jogo). Além de modificar cada característica física, como nariz, olhos e boca, você pode escolher o tom de pele, o biótipo e a personalidade do seu avatar de forma detalhada. O que mais impressiona é o painel “Criar um estilo”, onde você personaliza a cor, o tecido e a textura de cada parte de uma roupa, calçado ou acessório.

Na construção e decoração de casas, as possibilidades também são infinitas. Cada móvel pode ser adaptado ao estilo do seu cômodo, podendo deixar o jogo inteiro com a sua cara. Essa variedade de opções faz com que se perca, no mínimo, de duas a três horas somente no pré-jogo, que é a criação de uma família e de uma casa.

The Sims 3 traz um avanço admirável em relação às edições anteriores. Agora você não está mais limitado a um só ambiente. O seu Sim é livre para caminhar pela vizinhança, entrar na casa dos vizinhos, passear no parque ou simplesmente fofocar na rua; e tudo isso sem as temidas telas de carregamento.

Aqueles que estavam acostumados com a variedade de móveis, roupas e penteados de algumas expansões do The Sims 2 podem sentir um pouco de falta. O jogo vem mesmo com menos objetos que o normal. Tudo muito bem pensado pela EA Games que, além de oferecer novas criações para download, vai enfiar expansões e coleções de objetos nos fãs, pelos próximos cinco anos.

Texto escrito por Gabriel Leite do blog Frenesi

Análise: iPod Touch segunda geração

19 de December de 2008 por Pedro Cardoso

ipod touch

Finalmente fui afetado pelo campo de distorção da realidade de Steve Jobs, e com isso, tenho em minhas mãos a segunda geração do iPod Touch. O que eu falar sobre a tela, a AppStore, a interface, a facilidade de uso, não será nenhuma novidade. Tudo já foi amplamente explorado pelos especialistas da internet, porém, gostaria de passar a minha impressão sobre o produto, e a minha experiência de usuário.

No livro “A Cabeça do Steve Jobs“, o autor Leander Kahney fala da disposição de Jobs para os detalhes e a sua preocupação na elaboração cuidadosa até mesmo da embalagem, como forma de permitir um prazer a mais ao usuário. Isso realmente é percebido quando se pega em mãos um produto como iPod Touch, essa experiência começa neste momento.

O som é realmente espetacular, isso é mais do que falado a anos, e não estou contando nenhuma novidade. Eu só tinha experiência com MP3 players usando meus celulares (sendo o último o Sony w200), e quando você passa a ouvir um ipod, a diferença é gritante. O som é limpo e alto, sendo inclusive um perigo para a audição, mas isso é outra história, deixo para quem entende do assunto explicar.

Eu particularmente não gostei do botão de volume, ele é “duro” e levemente inclinado para a diagonal. Nada que atrapalhe, mas necessita fazer uma certa força para acioná-lo. Agora, o que realmente me deixou frustrado foi a sua fraca recepção de wi-fi. Na imagem abaixo, comparei o iPod segunda geração (o meu, o da esquerda) com o do Ale Johnny (de primeira geração). E mesmo que essa lista de redes oscile, é verdade, o meu iPod Touch nunca encontrou as redes “Cinemark” e “Leandro” neste ponto do shopping em que estávamos.

ipod touch wifi

Mais o que é realmente impressionante, além da tela multi-touch, é a facilidade de uso do mesmo. É realmente louvável essa preocupação de Steve Jobs em tornar os sistemas da Apple incrivelmente fáceis de serem usados, o que para um dispositivo móvel, é absolutamente necessário, pois imagina-se que você estará em trânsito quando usá-lo. Portanto, nada de menus e interfaces complicadas.

Será que nenhuma outra empresa percebe isso? Você acha informações, configura programas, altera opções rapidamente. Quer mostrar uma foto ou um PDF que está anexado em algum email para a pessoa do lado, em segundo você faz. Quer adicionar um compromisso, achar um endereço no mapa, é ridiculamente intuitivo.

Já não consigo mais viver sem o meu, ando com ele o tempo todo. Leio meus feeds, meus emails, ouço meus podcasts, vejo meus compromissos do mês, tudo. No Saiba Tudo, vou preparar uma série de posts mostrando os meus apps e games preferidos, explicando o porque de minha escolha e tentando mostrar funções para o seu dia a dia.

ipod touch

Análise: Alone in the Dark

3 de November de 2008 por Pedro Cardoso

A capacidade de inovação dos caras que pensam os games, é uma coisa absurda. O Alone in the Dark, lançado este ano, ganhou muitos pontos comigo ao possibilitar uma série de movimentos, quantidade de itens que outros do gêneros não trazem. Além disso, o game tem um sistema mais intuitivo, fazendo o jogador pensar um pouco em certos momentos, ao invés de fazer o a gente ir e vir pelos cenários, a todo momento. Mas, e sempre tem um “mas”, perdeu vários pontos com a jogabilidade no mínimo confusa.

Cometendo um enorme SPOILER, mas só para explicar o ponto positivo anteriorment destacado, em uma situação que você tem que passar por uma porta trancada eletronicamente, você sabe quais números deve digitar pelas marcas de sangue no teclado. Muito bem pensado, porém, simples e torna o jogo mais dinâmico.

Na visão do jogo, você pode seguir em primeira e terceira pessoa, dependendo do momento, da situação que vocês estiver passando. Aí, também reside a minha implicância com o jogo, pois, a câmera atrapalha demais em certos momentos a ação do game, e em outros, me deixa até enjoado.

Deste modo, usar uma arma de fogo é uma situação complicada, e fica tensa quando o inimigo vem em sua direção. O jogo torna-se frustrante em diversos momentos por conta da jogabilidade, se eu não fosse insistente, já teria parado de jogar. A fase do carro então (assim que você consegue sair do prédio do início), é extremamente irritante.

Os efeitos sonoros também se destacam no game, o clica de terror também, criando uma excelente atmosfera (nada comparado a Silent Hill, é outro prisma) Para tudo isso funcionar, os produtores capricharam nos detalhes dos cenários, e na física competente.

Enfim, é um jogo que tinha tudo para ser um sucesso estrondoso, se tornar um clássico, mas fracassou ao fazer uma jogabilidade porca. Vamos dar uma nota 7, que tal?

O novo Alone in the Dark está disponível para PC, Playstation 2, 3 e Xbox 360. Eu fiz a análise jogando a versão do PS2, e os gráficos estão de fato muito bons, aproveitando bastante o potencial do console. Porém, creio que não chega a ser um primor neste quesito, assim como Resident Evil 4, por exemplo.

Análise: Frets on Fire

17 de October de 2008 por Pedro Cardoso

O Frets on Fire é uma espécie de Guitar Hero dos pobres (ou não), mas que mantém características próprias de um game para PC, ou seja, totalmente customizável. Ele funciona exatamente como o seu primo distante dos consoles, porém, neste caso, você usa as teclas F1 a F4 do teclado para acionar os comandos da guitarra. É viciante.

O game, que tem um instalador com apenas 32mb de tamanho, vem com apenas três música e um desenho simples. Porém, facilmente você pode encontrar na internet novas músicas customizadas para ser dedilhada virtualmente, e mais, mods que fazem o FoF ficar com a cara dos jogos famosos do gênero, como o Rock Band, por exemplo. Ah, e nada impede que você insira também a sua própria música, para isso, ela tem que estar convertida para o formato .OGG (veja abaixo link para um programa que executa esta tarefa facilmente).

Como você segura o teclado simulando uma guitarra, todas as teclas que não são utilizadas na hora de jogar não terão função. Não fique com frescura. Porém, a minha crítica negativa fica por conta do fato de eles não terem mudado a tecla que sai do jogo. A tecla ESC é um padrão, tudo bem, mas em certos momentos atrapalham por ela estar perto das teclas F´s. Algumas vezes você sairá do jogo no momento que estiver detonando com a pontuação, pode esperar.

Bola dentro dos produtores por colocar vários idiomas, incluindo o nosso querido português brasileiro. Para isto, basta selecionar Settings > Game Settings e, neste menu, selecione a opção “Language”, pressione a seta direcional para a esquerda e aparecerá “Brazillian Portuguese.

Enquanto ainda não comprei minha guitarra do Playstation, sigo jogando Frets of Fire entre um post e outro no Receita do Sucesso, entre um blog e outro, só para relaxar. A culpa deste novo vício é do Dorly Neto que me apresentou o jogo. Acho que vou precisar de um teclado novo em breve.

Baixe o game Frets on Fire para Windows, Linux ou Mac OS

Baixe o winLAME para converter arquivos sonoros (WAV, MP3, OGG e outros)

Site com várias músicas e mods para Frets on Fire

Frets on Fire no Wikipedia

Maior fórum internacional do game

Comunidade no orkut do Frets on Fire com mais membros

Análise: Notebook Acer Aspire 4520

12 de July de 2008 por Pedro Cardoso

No primeiro review que eu faço de um notebook, quero apresentar as minhas impressões acerca do Acer Aspire 4520. Este modelo vem equipado com um processador AMD Athlon 64 X2, 1GB DDR2, 160GB de HD, placa gráfica Nvidia GeForce 7000M e webcam e microfone integrados.

Como pode ver na foto o visual é sóbrio, mas muito bonito, com essa combinação de corpo arredondado e na cor preta com tampa fosca. O teclado vem na cor branco “gelo”.

Com quatro portas USB, você não passa aperto na hora de ligar seus gadgets. Além disso, grava DVD, lê os principais cartões de memória, tem saída para monitor externo (VGA) e para TV (S-video). Logo de início, o que me espantou positivamente, foi a qualidade e a potência dos auto-falantes Dolby Digital Live.

O controle de volume de som é uma “rodinha” e fica na parte dianteira do laptop, assim como as entradas para fone de ouvido e microfone externo. Pontos positivos.

O ponto negativo fica por conta do entrada da fonte de alimentação, que fica do lado direito do laptop e colado a uma das entradas USB. Impossível encaixar um pendrive ali, por exemplo. Além disso, dependendo do seu posicionamento, o fio da fonte atrapalha o movimento da bandeja do DVD-R. Triste isso.

Os 160 GB de disco rígido são mais do que suficientes para o uso que faço. Estou muito satisfeito. Processamento e memória RAM ok, com um bom poder de fogo se você não for pensar em games mais pesados e nem no Windows Vista. Testei e penso que seja necessário mais 1GB de RAM para você ficar sossegado com este sistema operacional.

Depois do Windows Vista Home Edition, instalei o Ubuntu Linux 8.04 e todos os componentes foram identificados e funcionaram normalmente. Wireless, chip gráfico Nvidia, webcam (testada com sucesso via Skype 2.0), som, tudo.

Qualquer outro teste ocasional que não me ocorra até o momento, eu farei e colocarei o resultado posteriormente. De qualquer maneira, espero as dúvidas, dicas, e pitacos aí nos comentários.

UPDATE 1: A pedido do Thássius, vou comentar a tela do laptop. Não fiz antes pois não tinha muito a acrescentar. Ela tem 14.1″ widescreen, possui bom brilho e é muito confortável trabalhar na resolução de 1280×800.

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