Análise: Battlefield Bad Company 2

19 de Marco de 2010 por Convidado

Bad Company 2

Texto escrito por Rodrigo Bastos (BigDigo) do blog BigSense

O que posso dizer do BC2? Que ele é viciante? Que ele é um dos fps-shooter mais realista e intenso que eu já joguei até hoje no PC? Que os gráficos de luzes, sombras, modelagem 3D dos personagens, texturização de armas e veículos estão realmente espestaculares nessa versão e que os sons de ambientação, som das armas e som dos veículos fazem você se sentir em meio a uma verdadeira guerra?

Gamer das antigas que sou, já testei e joguei muitos fps (todos para pc)… Se puxar pela memória os marcantes, consigo lembrar: Quake, Unreal Tournament, Action Quake 2, Counter-Strike versões betas, Day of Defeat (modo Source de ambos eu detestei tanto o CS como o DoD), Team Fortress 2, Medal of Honor, Battlefield 2, Battlefield 2142, Call of Duty 1/2/3/4/5/6, esse último o Modern Warfare 2. Mas tenho que confessar: Bad Company 2 é duca…

Assista: Video gameplay de Bad Company 2

O Single Player está com uma quantidade de fases diferenciadas muito interessante, que mistura uso de diversos veículos, armamento pessoal, treinamento no uso do “UAV” (mini-helicóptero que é controlado por controle em terra para bombardeios), tanques e muito mais. O ponto falho do modo single player são as histórias e os personagens, que ficam devendo se comparado aos novos single players, como por exemplo o do Modern Warfare 2.

O Multiplayer está sensacional, com muitas fases e sistema de pontuação (levels) para liberação de novas armas, equipamento pessoal e acessórios especializados para guerra… (melhores armamentos nos tanques, acessórios para suas armas, sistema detector de mísseis). Algumas das armas são classes específicas e não podem ser atribuídas a qualquer soldado.

Bad Company 2

São 4 classes no modo multiplayer: Assault – soldado da linha de front, que avança para cima dos inimigos e carrega munição para dividir com seu time quando precisarem; Engenheiro – responsável na maior parte do tempo em ajudar os veículos no meio da guerra para que eles não explodam; Médico – matar os inimigos e com o “poder” de ressucitar os combatentes na linha de front; Sniper – eliminar os inimigos de um posição segura e “espotar” os tanques inimigos com o uso do binóculo para o bombardeio.

O grande problema do multiplayer não é o jogo em si, mas sim o sistema da EA que ainda está muito falho com alguns “bugs” (falhas com o sistema de anti-cheat punkbuster), alguns usuários também estão reclamando que não conseguem visualizar o valor do “ping” (também é o meu caso) e o sistema de envio de amizade no modo multiplayer está também com muitas falhas (o envio do convite de amizade acontece para que você possa jogar no mesmo servidor que os seus amigos estejam jogando). O lag em alguns servidores está com o perda de pacote gigantesco e a demora na listagem de todos os servidores é às vezes insuportável.

Segundo um ticker que passa em rodapé, no menu principal, a DICE e a Electronic Arts estão cientes da situação e já estão trabalhando para resolver todos os bugs! E #Ficadica – já que o jogo possui o sistema Dolby Surround, recomendo uma investida num fone 5.1!

E se quiserem jogar uma partidinha comigo por lá, basta me procurar no twitter: @bigdigo ou enviando um convite de amizade direto de dentro do Battlefield Bad Company 2: só procurar “b1g d1go”.

Prós:

  • Multiplayer viciante e emocionante jogado em equipe
  • Realismo com os detalhes gráficos e sonoros
  • Possibilidade de destruição de quase tudo dentro dos mapas.
  • Variedade de mapas grandiosos

Contras:

  • Singleplayer poderia ser melhor
  • Bugs do sistema online da EA para serem resolvidos
  • Problemas com Punkbuster também precisam ser resolvido
  • E melhoria na velocidade da listagem dos servidores

Análise: Samsung Corby

11 de Janeiro de 2010 por Pedro Cardoso

Corby

Tive a oportunidade de experimentar na última semana o Samsung Corby, uma espécie de celular touchscreen de baixo custo. Projetado para o entretenimento, este aparelho tem como foco o público jovem, principalmente por “conversar” com as redes sociais, e outros diversos aspectos que veremos ao longo desta análise. Antes de seguir com o review do Samsung Corby, veremos a suas especificações técnicas.

Este celular trabalha com a rede Quad Band, GPRS e Edge, possui tela TFT de 2.8 polegadas, câmera de 2 megapixels. Bluetooth 2.1, USB v2.0, memória interna de 50 MB com expansão até 8 GB através de cartão de memória microSD (ele vem com um de 1 GB). Se o seu negócio é som, o Corby vem com rádio FM e leitor de músicas nos padrões AAC, MP3 e WMA. Veja mais fotos no Flickr do Receita do Sucesso.

Aplicativos

A principal atração deste celular são os widgets, preparados para várias funções, incluindo acesso e notificação do que está acontecendo nas redes sociais que você participa, como Youtube, MySpace, Facebook, Twitter, orkut, Friendster, Flickr, Picasa, Photobucket, tudo já instalado de fábrica. Para utilizar uma dessas redes, basta abrir a barra lateral esquerda e arrastar o ícone correspondente a ela até a área principal de trabalho. Assim que fizer isso, aparecerá aquela tradicional mensagem pedindo uso da rede do celular. A tela é muito sensível, e rolar essa tal barra lateral não é uma tarefa fácil. É comum acionarmos uma rede social mesmo sem querer. Veja o vídeo onde mostro isso.

Entre os aplicativos já instalados, ele vem com Google Search, GMail e Google Maps, dicionário com 8 idiomas, RSS Reader e sete jogos, entre demonstrações e completos. Tudo isso além, é claro, daqueles mais tradicionais como calculadora, cronômetro, conversor de medidas, bloco de notas e etc, que todo celular por aí tem. Mas nada de Windows Live Messenger, o que pode ser ponto positivo para os telefones similares da concorrência.

Corby

Sobre o aparelho

A interface do Samsung Corby está toda em português e com menus muito fáceis de serem utilizados, tudo muito prático e rápido, mas não possui acelerômetro. As letras estão em bom tamanho o que facilita aqueles que já não tem uma visão muito boa. Outro ponto positivo é sua portabilidade. Leve e pequeno, cabe facilmente em qualquer bolso. Veja abaixo uma imagem comparativa.

Uma das grandes falhas do Samsung Corby é não tem um teclado virtual QWERTY. Caso queira escrever um SMS, ou mandar uma mensagem via Twitter, terá que usar o teclado alfanúmerico virtual e usar e abusar do T9. Outra pior ainda é o fato de ele ser um gadget focado nas redes sociais e não apresentar conexão Wi-Fi ou 3G.

A câmera não possui flash e apresenta poucos recursos, com isso, realmente só vale a pena usá-la em locais bem iluminados. Deste modo, a foto pode até ficar boa. Finalizando, ele vem com um fone de ouvido auricular, mas com entrada proprietária.

Corby

Considerações finais

Ao cogitar comprar o Samsung Corby, encare-o como um celular touchscreen leve, de baixo custo, fácil de usar e com visual bonito. Pense que ele atende bem ao público jovem, é bom para rede sociais, mas não tão bom se o seu objetivo e ler e escrever e-mails, ou ter um bom celular multimidia. Para ambos os casos, existem soluções melhores. O Submarino vende este celular por R$ 549,00.

Análise: Brütal Legend

18 de Novembro de 2009 por Convidado

Brutal Legend

Texto escrito por Pedro Giglio do blog Working Class Anti-Hero

Na minha tenra infância, eu e um grande amigo do colégio passávamos o tempo de várias formas, né? Além dos estudos (afinal, ninguém é de ferro) a gente fazia o que a idade regia: nos dividíamos entre ver desenhos, jogar videogame, ir à praia, partidas gigantescas de RPG, e por aí vai. Sua irmã mais velha tinha o quarto cheio de pôsteres de bandas de rock da época. Claro, havia a regra não-dita daquele ser o canto dela e a gente não poder entrar… e ainda assim, era bem claro ver bandas como Skid Row, Poison, Trixter e afins olhando para ela toda noite.

Já a gente, não: dos vinis e cassetes que ouvíamos, passamos a ouvir paradas mais pesadas com o tempo… fossem os contemporâneos, como Ministry, Testament e afins, a clássicos como Ozzy Osbourne. E é claro que havia aquela zoação leve com a irmã dele sobre algum vocalista da banda do coração dela parecer uma mulher, os cabelos esvoaçantes, as roupas colantes e tudo mais. Ir às lojas para conferir as camisetas e lançamentos durante o advento do CD era diversão garantida: tínhamos aquelas lojas de coração que costumávamos visitar para garantir nossa dose de rock pesado.

Uns bons vinte anos depois disto, o estúdio Double Fine – do mestre Tim Schafer, que trabalhou em jogos como The Secret of Monkey Island, Grim Fandango e o fantástico (mas infelizmente subestimado) Psychonauts – lança Brütal Legend, um jogo de aventura para Xbox 360 e PlayStation 3 que fez esta avalanche de memórias do começo do texto vir à tona. Afinal de contas, a ideia do jogo é a seguinte: Eddie Riggs – dublado por Jack Black, que também é a inspiração para o visual do personagem – é um roadie de uma banda de rock pra lá de meia-boca, e ele mesmo é um cara tradicional que prefere o rock pesadão e o heavy metal de outras eras.

Depois de um acidente no palco, ele é transportado para um mundo de fantasia totalmente inspirado no imagético do gênero. Sacam aquelas capas de disco de metal, com logotipos difíceis de ler, cores fortes, fogo, sangue, metal e mulheres de pouca roupa? Explorar o mundo do jogo te faz ver tudo isso e muito mais. Sem exagero: o que não faltam são momentos em que você olha uma cena e imagina que aquilo poderia muito bem ter sido a capa de um vinilzão daquele grupo de power metal do início dos anos 80. Monolitos em formato de guitarra, paredões de amplificadores, cruzes de pedra, guerreiros com espadas, caveiras e pilhas de ossos, e por aí vai. E até mesmo o céu tem tons mais avermelhados, roxos e afins – com direito a lua com formato de caveira!

Brutal Legend

A direção de arte do jogo parece ter sido feita por verdadeiros fãs e estudiosos do metal e rock pesado – afinal de contas, não só o heavy do Black Sabbath como os rockões farofa do Mötley Crüe e paradas sombrias como Cradle of Filth, e o visual das áreas reflete bem isso: a fortaleza do general Lionwhyte (dublado por Rob Halford, do Judas Priest) é espalhafatosa, dourada, cheia de piscinas e coisas chamativas. Mais pra frente, as forças do Drowned Doom – tenebrosas que só – vivem em um mundo com catedrais góticas em ruínas, mares negros… enfim, é uma grande jornada com uma trilha sonora de peso, um verdadeiro tratado sobre o rock pesado.

A jogabilidade em si é em mundo aberto, com missões aqui e ali, e todo aquele esquema de evoluir Eddie e seu equipamento – seja sua guitarra mágica, o machado de guerra ou o carrão pronto para passar por cima de monstros incautos. Mais pra frente, o jogo dá uma mudada considerável – entra um elemento de estratégia em tempo real onde cada facção tem que tomar conta de seu palco (isto é, a base) enquanto cria barracas de venda de material sob fontes de almas dos fãs e forma seu exército. Batedores de cabeça detonam inimigos de perto, as fãs atiram de longe, os roadies (sempre sorrateiros!) são as unidades invisíveis, e por aí vai. Esta modalidade parece estranha no começo, mas mais pra frente fica mais divertido – ainda mais porque o multiplayer via Internet é baseado neste lance das guerras campais.

Como se tudo isso não fosse o suficiente, contar com a participação de figurões do gênero – além do supracitado Halford, o jogo tem Ozzy Osbourne, Lemmy Kilminster (Motörhead) e até mesmo Lita Ford, entre dublagens e personagens inspirados neles – dá aquela credibilidade a mais. É aquilo… quando até mesmo as letras de música de vários artistas homenageados servem de referência direta no meio da trama do jogo, você vê que houve um trabalho de amor ao metal. E mesmo eu, que só tenho prestado atenção nos clássicos e não tenho a paciência que tinha há 20 anos para o material mais recente, me senti tocado pela mão dos Titãs do Metal.

Brütal Legend é o tipo de jogo que todos deveriam conferir, sejam fãs do gênero – tanto de jogo quanto da música – ou não. Então erga seu machado – seja o de cordas ou o de verdade – em nome do Metal!

Brutal Legend

Ploc-Ploc: será que vai pegar?

27 de Julho de 2009 por Pedro Cardoso

Ploc-Ploc

Recebi semana passada um gadget (posso chamar assim?) chamado Ploc-Ploc, que estão lançando no Brasil após fazer sucesso no mundo, segundo eles. Este aparelinho é conhecido como “plástico bolha infinito”, por representar o mesmo som de quando você estoura um plástico bolha. Mas, além de ser infinito (enquanto durar a bateria, é claro), ele faz um barulhinho aleatório a cada 100 apertadas, que pode ser buzina, mulher gritando, entre outros sons. Será que essa mania vai pegar?

Os responsáveis estão investindo pesado no marketing do produto, com direito até a anúncio no Windows Live Messenger. No site oficial, você pode comprar o produto pelo valor de R$ 29,90, se tornar um “ploqueiro” e pleitear seu espaço no panteão da “plocosfera”, com lotação máxima de 20 mil clientes. Você compra o produto, se cadastra e terá uma foto sua com o seu perfil em um grande plástico bolha virtual. Ou seja, eles agregaram uma rede social ao produto para parecer mais atual e enturmado com a galera, e claro, maximizar o preço.

Brinquei com o produto e creio que 30,00 reais é um valor bastante alto para um produto tão simples e pouco funcional, que no final das contas, não passa de um chaveiro que faz barulho, produto que qualquer camelô na Uruguaiana ou 25 de Março irá vender em breve por R$ 5,00 (se já não estão vendendo). Enfim, no Youtube você encontra vários vídeos sobre o produto, e pode tirar a sua própria conclusão.

Site Ploc-Ploc

Análise: The Ghostbuster – The Video Game

26 de Julho de 2009 por Convidado

Ghostbusters

Texto escrito por Dimitri Robles da e-Zone Online

Na grande maioria das transposições de mídias, quando ela ocorre, boa parte de tudo aquilo que torna um filme, um game ou um livro únicos se perde. Isso acontece quando um filme resolve se aventurar em forma de game. Ou quando um grande Best seller literário resolve tomar forma visual como película de cinema.

Se você curtiu cinema nos anos 80 e 90, provavelmente é um grande fã dos Caça Fantasmas e provavelmente, ao jogar o recente The Ghostbuster – The Vídeo Game, não sofrerá desse problema. Quer dizer, o filme não está ali e nem de longe o game é impecável, mas podemos respirar aliviados ao ver, que depois de 9 horas controlando um dos caçadores de assombrações, tudo que o tornou clássico, Cult e inesquecível, felizmente ainda esta lá.

Para começar, não iremos detalhar a história do jogo, evitando spoilers desnecessários, mas saiba que o quarteto que forma os Caça Fantasmas agora tem um novo membro: Você. Pra evitar que a atenção fosse dada de maneira desigual a apenas um dos personagens que fosse controlado na aventura, a desenvolvedora teve uma acertada decisão de incluir um novato no time, que é onde você entra. Sem nome, sem apegos emocionais nostálgicos e sem abrir a boca do começo ao fim, você se sente parte da equipe, mas inconscientemente, não rouba os holofotes do quarteto clássico visto no cinema.

Os gráficos estão acima da média com construções bem definidas e muitos itens destrutíveis pelo caminho, fazendo a alegria da sua arma de Prótons, que pode ser usada pra causar o máximo de danos aos locais, para que você receba isso em dinheiro mais tarde, devido a um “seguro caça-fantasma” que a prefeitura de Manhattan criou pra manter a cidade livre dos fantasmas e ao mesmo tempo manter ela inteira.

A iluminação também se mostra fantástica, já que os jorros de energia que brotam de sua arma iluminam todo o ambiente e os inimigos de forma dinâmica, sem contar as belas explosões que causam. O único revés em seu quesito gráfico fica para a modelagem dos personagens. Apesar de serem magníficas e extremamente fiéis aos atores de carne e osso, uma aparência plástica foi conferida às texturas que por vezes, principalmente nos closes dos CGs, deixam todos com uma aura artificial ou com cara de bonecos de borracha, o que acaba um pouco com a magia do envolvimento no game.

Já no quesito sonoro o game é quase irrepreensível. Os dubladores originais dos devidos personagens estão de volta, conferindo a cada um uma personalidade única e diálogos, que tal qual o filme, são impagáveis e estão repletos de piadas ácidas e humor inteligente com a ajuda de um bom roteiro. Desde as músicas que rolam durante o menu até as músicas que embalam suas caçadas, bem como as explosões e sons de cada inimigo ao te atacar ou ao explodir numa nuvem de ectoplasma colorido, os efeitos fazem o seu papel e se destacam. Ligue o home theater no volume máximo sem medo de ser feliz.

Sem medo de honrar o grande clássico do cinema, The Ghostbuster : The Vídeo Game mostra como adaptar um jogo do cinema, mesmo depois de tanto tempo, e fazê-lo soar genuíno e divertido. A decisão da Activision Blizzard de abrir mão do game, e quase mandá-lo ao limbo, se mostrou errada e que o game poderia ter futuro, como apostado pela Atari, não para apenas ser um grande sucesso memorável, mas para talvez garantir uma continuação e dar seguimento a popularidade dos personagens se não no cinema, de forma mais divertida e interativa no universo dos videogames. Vale a compra e definitivamente não decepciona.

Ghostbusters

Análise: The Sims 3

5 de Julho de 2009 por Convidado

Blogueiro Convidado

Ah, a liberdade

Texto escrito por Gabriel Leite do blog Frenesi

Um dos jogos mais aguardados do ano acaba de chegar às lojas e já é o maior lançamento da história da Eletronic Arts. The Sims 3 não trouxe tantas mudanças quanto o seu antecessor, mas aperfeiçoou pontos essenciais na jogabilidade. Com ele, dá pra brincar de estilista, arquiteto, decorador e fazer praticamente tudo, dentro dos limites digitais.

As primeiras mudanças aparecem logo na criação do Sim (o personagem que você controla ao longo do jogo). Além de modificar cada característica física, como nariz, olhos e boca, você pode escolher o tom de pele, o biótipo e a personalidade do seu avatar de forma detalhada. O que mais impressiona é o painel “Criar um estilo”, onde você personaliza a cor, o tecido e a textura de cada parte de uma roupa, calçado ou acessório.

Na construção e decoração de casas, as possibilidades também são infinitas. Cada móvel pode ser adaptado ao estilo do seu cômodo, podendo deixar o jogo inteiro com a sua cara. Essa variedade de opções faz com que se perca, no mínimo, de duas a três horas somente no pré-jogo, que é a criação de uma família e de uma casa.

The Sims 3 traz um avanço admirável em relação às edições anteriores. Agora você não está mais limitado a um só ambiente. O seu Sim é livre para caminhar pela vizinhança, entrar na casa dos vizinhos, passear no parque ou simplesmente fofocar na rua; e tudo isso sem as temidas telas de carregamento.

Aqueles que estavam acostumados com a variedade de móveis, roupas e penteados de algumas expansões do The Sims 2 podem sentir um pouco de falta. O jogo vem mesmo com menos objetos que o normal. Tudo muito bem pensado pela EA Games que, além de oferecer novas criações para download, vai enfiar expansões e coleções de objetos nos fãs, pelos próximos cinco anos.

Análise: iPod Touch segunda geração

19 de Dezembro de 2008 por Pedro Cardoso

ipod touch

Finalmente fui afetado pelo campo de distorção da realidade de Steve Jobs, e com isso, tenho em minhas mãos a segunda geração do iPod Touch. O que eu falar sobre a tela, a AppStore, a interface, a facilidade de uso, não será nenhuma novidade. Tudo já foi amplamente explorado pelos especialistas da internet, porém, gostaria de passar a minha impressão sobre o produto, e a minha experiência de usuário.

No livro “A Cabeça do Steve Jobs“, o autor Leander Kahney fala da disposição de Jobs para os detalhes e a sua preocupação na elaboração cuidadosa até mesmo da embalagem, como forma de permitir um prazer a mais ao usuário. Isso realmente é percebido quando se pega em mãos um produto como iPod Touch, essa experiência começa neste momento.

O som é realmente espetacular, isso é mais do que falado a anos, e não estou contando nenhuma novidade. Eu só tinha experiência com MP3 players usando meus celulares (sendo o último o Sony w200), e quando você passa a ouvir um ipod, a diferença é gritante. O som é limpo e alto, sendo inclusive um perigo para a audição, mas isso é outra história, deixo para quem entende do assunto explicar.

Eu particularmente não gostei do botão de volume, ele é “duro” e levemente inclinado para a diagonal. Nada que atrapalhe, mas necessita fazer uma certa força para acioná-lo. Agora, o que realmente me deixou frustrado foi a sua fraca recepção de wi-fi. Na imagem abaixo, comparei o iPod segunda geração (o meu, o da esquerda) com o do Ale Johnny (de primeira geração). E mesmo que essa lista de redes oscile, é verdade, o meu iPod Touch nunca encontrou as redes “Cinemark” e “Leandro” neste ponto do shopping em que estávamos.

ipod touch wifi

Mais o que é realmente impressionante, além da tela multi-touch, é a facilidade de uso do mesmo. É realmente louvável essa preocupação de Steve Jobs em tornar os sistemas da Apple incrivelmente fáceis de serem usados, o que para um dispositivo móvel, é absolutamente necessário, pois imagina-se que você estará em trânsito quando usá-lo. Portanto, nada de menus e interfaces complicadas.

Será que nenhuma outra empresa percebe isso? Você acha informações, configura programas, altera opções rapidamente. Quer mostrar uma foto ou um PDF que está anexado em algum email para a pessoa do lado, em segundo você faz. Quer adicionar um compromisso, achar um endereço no mapa, é ridiculamente intuitivo.

Já não consigo mais viver sem o meu, ando com ele o tempo todo. Leio meus feeds, meus emails, ouço meus podcasts, vejo meus compromissos do mês, tudo. No Saiba Tudo, vou preparar uma série de posts mostrando os meus apps e games preferidos, explicando o porque de minha escolha e tentando mostrar funções para o seu dia a dia.

ipod touch