Kia Soul Edition Irmscher 001

31 de May de 2010 por Pedro Cardoso

Kia Soul 001

A Kia lançou na Alemanha o Soul Edition Irmscher 001, com mudanças visuais expressivas. O nome faz homenagem a uma empresa de customização daquele país, que assina este modelo.

Esse novo Kia Soul mistura esportividade (externo) com requinte (interior). Pela correceria, estão esses adesivos enormes com o nome do modelo, tanto na lateral, quando na parte traseira. Além disso, o automóvel recebeu rodas aro 18 polegadas na cor preta.

As novidades do interior contemplam bancos em couro vermelho e preto (ergh!), sistema de som mais potente. Falando em couro, o volante e a manopla do câmbio e o painel de instrumentos também estão revestidos com esse material. O modelo será vendido na Coreia do Sul e na Europa com câmbio automático e manual.

novo Kia Soul

MEC divulga boletim dos participantes do Enem

30 de May de 2010 por Convidado

estudante

A partir da 0h de segunda-feira (30), os 2,5 milhões de estudantes que participaram do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2009 poderão acessar seus boletins de desempenho no site do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep). Os resultados já tinham sido divulgados em janeiro durante o período de inscrição no Sistema de Seleção Unificada (Sisu), mas agora os boletins estarão disponíveis em PDF.

Para consultar os resultados, o estudante precisa ter em mãos o número do CPF e a senha gerada durante o período de inscrição da prova. No sistema, o aluno terá disponível as notas de cada uma das provas – ciências da natureza, ciências humanas , linguagens e matemática – além da redação. Será possível comparar a média obtida com a do restante dos participantes do exame.

Desde o ano passado, o Enem utiliza a Teoria de Resposta ao Item (TRI) para calcular as notas do participante. O objetivo desta metodologia é medir o conhecimento a partir do comportamento observado nas provas.

Na escala construída pelo Inep, a nota 500 representa a média obtida por aqueles que concluíram o ensino médio em 2009 – com exceção dos egressos (que no passado já havia concluído o ensino médio) e dos “treineiros” (alunos que ainda não concluíram).

Quanto mais distante de 500 for a nota do estudante, para cima, melhor foi o desempenho dele em relação à média dos participantes. E quanto mais distante de 500 for a nota, para baixo, significa que esse candidato foi pior em relação à média.

Fonte: Agência Brasil (texto de Amanda Cieglinski)

Sonic Colors anunciado

30 de May de 2010 por Pedro Cardoso

Sonic Colors

Enquanto não sai o tão esperado Sonic 4, a SEGA anunciou o game Sonic Colors, trazendo mais uma aventura em 3D do ouriço para Nintendo Wii e DS. Enquanto no Wii, o jogo terá aspectos 2D e 3D misturados, no portátil, a empresa aproveitará as duas telas, de uma maneira que não foi revelada.

Na história, um enorme parque de diversões aparece sobrevoando o planeta do Sonic, onde uma raça de alienígenas coloridos é mantida refém pelo Dr. Robotinik (claro!). Sonic logo percebe que devera o poder das cores para libertar essas criaturas e salvar o dia novamente.

Quer saber mais sobre o jogo, visite o site oficial de Sonic Colors que já está no ar, e veja também o primeiro teaser trailer divulgado. A previsão de lançamento é para o final de 2010, depois do Sonic: The Hedgehog 4 – Episode 1.

Via: Meiobit Games

Análise: God of War III

29 de May de 2010 por Pedro Cardoso

God of War 3

Com medo de fazer essa afirmação no calor do momento, eu digo que God of War III é o melhor jogo que já joguei em toda a minha vida, mas aí lembro de Shadow of the Colossus e repenso minha afirmativa. Mas enfim, está sem dúvida entre os três melhores, por uma série de razões que vou tentar explicar.

Assim como GoW 2 fez com o primeiro, GoW 3 continua exatamente de onde parou o seu antecessor, portanto, você já começa o jogo caindo na porrada com os monstros do Olimpo, tentando proteger Gaia, enquanto se equilibra e caminha pelo seu próprio corpo. As primeiras cenas são empolgantes, te colam no sofá, fazendo você querer mais e mais.

Qualidade gráfica

Tudo bem que a série God of War sempre primou por trazer uma narrativa cinematográfica para o video-game, porém, na terceira edição, isso foi elevado a um outro patamar. E o que mais impressiona, além dos gráficos perfeitos, são a falta de delay na transição entre o cinematic e o jogo em si. Simplesmente não dá para perceber entre um e outro durante o gameplay.

Aproveitando a qualidade do Playstation 3, os desenvolvedores colocaram novas câmeras, com isso, você vê ângulos de Kratos que não via nas versões do PS2. Mas é importante dizer que isso funciona de forma tão fluida, que em nenhum momento atrapalha ação ou o combate. De todo modo, os caras aproveitaram muito bem o potencial e o poder gráfico do PS3, e sobre isso, você pode ler melhor com a ótima vídeo-análise do Push Start.

Outro ponto positivo, é o fato de, mesmo que a tela esteja repleta de monstros por todos os lados, você nunca se sente perdido, e sabe exatamente o que deve fazer. Porém, é preciso destacar que isso funciona ruim em uma televisão de tela pequena. Para entender tantos elementos na tela, é recomendável uma TV de tela grande. Mas qual jogo não fica melhor assim?

Kratos

Jogabilidade

A jogabilidade em Gof of War III é a mesma dos jogos anteriores, com pequenas alterações nos movimentos, como por exemplo na hora em que ele abre as portas ou os compartimentos para recarregar a energia. O que antes ele fazia com duas mãos, agora ele usa apenas uma, mostrando que está mais fodarástico.

A interação com o cenário também continua a mesma, bem como o uso dos controles. Isso é confortante para quem jogou as duas edições anteriores, pois já fica familiarizado e não tem que aprender novos comandos e conceitos para começar a diversão.

Conclusão

God of War III é aquele tipo de jogo que faz alguém comprar um video-game, e a Sony ganhou muito com isso. Extremamente violento, ação frenética o tempo todo, trilha sonora empolgante, personagens marcantes e gráficos poderosos, tudo para torná-lo um clássico moderno e uma obrigação na estante e no currículo de qualquer gamer.

Preview: The Cape

24 de May de 2010 por Pedro Cardoso

The Cape

Para substituir Heroes nos corações nerds pelo mundo todo, a NBC anunciou e divulgou um vídeo preview de The Cape. Onde antes tinha uma penca de heróis, agora apenas um terá a missão de levantar a audiência da TV. Assista ao preview da nova série.

The Cape é uma série que mostra a vida de um homem comum, pai, que ao sofrer uma traição e ser dado como morto, tem a oportunidade de desenvolver habilidades acrobatas em um circo e tomar posse de uma poderosa capa, com poderes extraordinários.

Posso estar errado, mas essa série parece que não vai durar mais de uma temporada no ar. A ideia da capa é até interessante, mas o modo como o protagonista a consegue, e toda essa temática circense, parece um tanto boba. Mas vou esperar sair o piloto para falar melhor e, quem sabe, colocar uma análise aqui no Receita do Sucesso.

Golf GTI Adidas

19 de May de 2010 por Pedro Cardoso

Golf GTI Adidas

A Volkswagen lançou uma edição especial do seu Golf GTI com a marca da Adidas, uma das mais importantes empresas de material esportivo do mundo. Está edição estará limitada a apenas 4.410 unidades, que serão vendidas apenas na Europa.

O modelo segue com as mesmas especificações do modelo esportivo, aquele com motor TSi 2.0 de 210 cv de potência. A diferença do Adidas é que ele ganhou rodas de aro 18, de liga leve, com desenhos exclusivos; ar-condicionado dual-zone; LEDs nas lanternas traseiras, entre outros acessórios.

Repare na imagem abaixo o banco personalizado com a marca das três listras, e em outras partes do carro, como a coluna, o volante e na manopla do câmbio. As vendas do Golf GTI Adidas começam em junho.

Novo Golf Adidas

Análise: Super Street Fighter IV

8 de May de 2010 por Convidado

Hakan

Quando estamos na frente da televisão, jogando nosso game predileto, uma avalanche de pensamentos e recordações toma conta nosso cérebro. Vivemos continuamente com os resquícios dos games que já passaram pela nossa vida. Certos momentos e inspirações retornam das mais variadas formas. Nesses fragmentos, contextualizado em qualquer gamer ‘Old School’, está intrínseco na série Street Fighter.

As casas de fliperamas, do início dos anos 90, são exemplos dessa batalha. Fichas e mais fichas eram gastas para o aprimoramento dos golpes e o descobrimento do mecanismo de execução. Street Fighter II – World Warriors, mudou os paradigmas dos jogos de luta e praticamente todos os games que vieram após o seu lançamento continham referências evidentes.

O tempo passou e o game foi modernizado. Versões ‘Champion Edition’, ‘Turbo’, ‘Zero 1’, ‘Zero 2’, etc., foram concebidas popularizando a marca por todo o planeta. Com a chegada da nova geração, as características dos novos consoles proporcionaram jogos com mais detalhes, melhor jogabilidade e profundidade gráfica. Eis que, em fevereiro de 2009, aproveitando essas nuances, surge Street Fighter IV.

Uma nova forma de encarar os jogos de luta foi criada. Muito melhor, mais bonito e com jogabilidade aprimorada… Ou seja, de qualquer forma imperdível. Desde o seu lançamento, já ouvíamos rumores de um suposto SSFIV, que seria composto por novos lutadores, golpes inéditos e por ai vai…

Street Fighter IV

Em 2009, uma avalanche de boatos circundou a internet. Cada qual apontava para uma série de nomes que poderiam compor o elenco de lutadores. O tempo passou e a Capcom, aos poucos, nos apresentou suas escolhas… Vídeos e imagens surgiam e os segredos eram desvendados…

Analisar o game é uma tarefa complicada. Em cada minúcia do projeto um emaranhado de informações e referências históricas se destaca. Olhar para a tela da América do Sul (Blanka) e não recordar de SF II é quase impossível.

Super em tudo

Os novos personagens: T. Hawk, Dee Jay, Juri, Cody, Guy e Adon, Hakkan, Dudley, Ibuki e Makoto foram escolhidos a dedo para atingir o maior público possível. O mais interessante é Hakkan, com seu corpo embebido de óleo e animações engraçadas. Entretanto, todos os personagens condizem com a história do game. O equilíbrio entre as características de cada lutador foi, sutilmente, nivelado aumentado a diversão e a aproximação com os jogadores mais casuais.

O universo criado para os encontros continuam peculiares. Absorvemos as necessidades de cada combate, e assumimos seus desejos como algo único. Blanka, por exemplo, luta para ser aceito da forma que é. Comove e inspira. A interação da luta com o cenário é interessante. As ações realizadas nos combates interferem na região a sua volta. Pessoas que caem, olhares assustados…

Cada uma das fases possui suas distinções e identificá-las é prazeroso. Além de toda a ambientação, os lutadores são bem produzidos, assim, como no seu antecessor! Vale destacar a volta dos estágios de bônus. É sempre divertido destruir carros ou barris para conquistar mais pontos. Espero que em alguma atualização do game a fase dos galões pegando fogo retorne.

Super Street Fighter IV

A precisão dos controles continua soberba. Vou mais além, está quase sem falhas. Algo importante para ser destacado é que para uma experiência completa, existe uma necessidade notória de um controlador nos moldes do arcade. A execução de combos e especiais no controle convencional são irritantes. A disponibilidade dos botões no i-pad é uma tortura.

Agora cada lutador possui dois ultra-combos. Esse aspecto foi uma mudança interessante em relação ao primeiro, pois agora, temos mais possibilidades de combinações de ataque e finalizações mais contundentes. Os gráficos continuam no mesmo nível do anterior, ou seja, muito bons!

Nem tudo é perfeito

A introdução histórica dos lutadores continua decepcionante. Os finais estão pobres e previsíveis. É até incoerente a Capcom evoluir em tantos pontos e deixar um dos ápices de lado. Um trabalho mais denso e abrangente é cabível. Passamos por todas as batalhas e a decepção final poderia ser dispensada. Esse foi o mesmo problema do título anterior… Quem sabe num próximo título (se houver).

Seth, ainda, não está equilibrado. Enfrentá-lo pode ser uma tarefa bem complicada, e de muitas formas, frustrante, mesmo nos níveis mais fáceis.

Conclusão

Com novas modalidades online (Endless Battle, Team Battle), gráficos convincentes (no mínimo igual à versão anterior), controles precisos, imersão na narrativa e jogabilidade insuperável, SSFIV mantém a superioridade em relação aos outros jogos de luta. Não é tão técnico como alguns concorrentes, porém o carisma e a complexa relação que possui com os gamers o transforma num título imperdível.

Texto escrito por Rodrigo Cezzaretti, do blog Push Start.

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