Teaser de Ghost Recon: Future Soldier

29 de March de 2010 por Pedro Cardoso

Ghost Recon

Para divulgar o próximo jogo da série Ghost Recon, que ainda está em desenvolvimento, a Ubisoft mandou produzir um teaser-trailer em live-action, só para dar o gostinho na galera. Veja o vídeo de Ghost Recon: Future Soldier.

Mas acalme-se, o jogo ainda não está pronto. Ele está sendo desenvolvido no estúdio francês da Ubisoft e será lançado somente no Natal, para Xbox 360, Playstation 3 e Nintendo Wii. A empresa não divulgou muitas informações do jogo até o momento, mas sabemos que o foco será nos equipamentos militares ultratecnológicos, o que inclui uma roupa de camuflagem que deixa os soldados invisíveis.

Na trama, estes soldados de elite estão em Moscou, em um futuro próximo, para eliminar o líder ultranacionalista Ivan Kerenski. E claro, teremos os modos de jogo singleplayer e multiplayer.

Ghost Recon é uma série que leva o selo de qualidade do americano Tom Clancy, um dos maiores escritores de livros de guerra e afins. A série começou no PC e fez grande sucesso na época, até chegar aos consoles.

Copa do Mundo 2010 da EA Games

25 de March de 2010 por Pedro Cardoso

Copa do Mundo

Assim como todo ano de Copa do Mundo, desde que criaram a série de games FIFA, este ano teremos um título a mais, exclusivo para a maior competição de futebol do planeta. Em 2010 FIFA World Cup South Africa você poderá jogar com 199 seleções que disputaram as eliminatórias, e não somente aquelas que estão classificadas para a Copa.

O grande lance para esta versão, baseada na engine do FIFA 10, é que a EA Games promete mais de 100 melhorias na jogabilidade, baseado nas reclamações e pedidos dos gamers. Será mesmo? Além disso, estarão disponíveis todos os 10 estádios da África do Sul.

Em 2010 FIFA World Cup, estarão disponíveis também três modos de jogo: Copa do Mundo, com as seleções e horários oficiais dos jogos; Eliminatória, onde você deverá escolher uma seleção e tentar classificá-la para o mundial; Online, para jogar nas respectiva rede de seu video-game, e disputar a competição toda online, com outros jogadores pelo mundo.

A grande falha deste jogo reside no fato de não ter uma versão para PC, pela primeira vez. Sem nenhuma explicação, somente os donos de video-games poderão jogar 2010 FIFA World Cup. Lamentável.

Análise: Battlefield Bad Company 2

19 de March de 2010 por Convidado

Bad Company 2

O que posso dizer do BC2? Que ele é viciante? Que ele é um dos fps-shooter mais realista e intenso que eu já joguei até hoje no PC? Que os gráficos de luzes, sombras, modelagem 3D dos personagens, texturização de armas e veículos estão realmente espestaculares nessa versão e que os sons de ambientação, som das armas e som dos veículos fazem você se sentir em meio a uma verdadeira guerra?

Gamer das antigas que sou, já testei e joguei muitos fps (todos para pc)… Se puxar pela memória os marcantes, consigo lembrar: Quake, Unreal Tournament, Action Quake 2, Counter-Strike versões betas, Day of Defeat (modo Source de ambos eu detestei tanto o CS como o DoD), Team Fortress 2, Medal of Honor, Battlefield 2, Battlefield 2142, Call of Duty 1/2/3/4/5/6, esse último o Modern Warfare 2. Mas tenho que confessar: Bad Company 2 é duca…

Assista: Video gameplay de Bad Company 2

O Single Player está com uma quantidade de fases diferenciadas muito interessante, que mistura uso de diversos veículos, armamento pessoal, treinamento no uso do “UAV” (mini-helicóptero que é controlado por controle em terra para bombardeios), tanques e muito mais. O ponto falho do modo single player são as histórias e os personagens, que ficam devendo se comparado aos novos single players, como por exemplo o do Modern Warfare 2.

O Multiplayer está sensacional, com muitas fases e sistema de pontuação (levels) para liberação de novas armas, equipamento pessoal e acessórios especializados para guerra… (melhores armamentos nos tanques, acessórios para suas armas, sistema detector de mísseis). Algumas das armas são classes específicas e não podem ser atribuídas a qualquer soldado.

Bad Company 2

São 4 classes no modo multiplayer: Assault – soldado da linha de front, que avança para cima dos inimigos e carrega munição para dividir com seu time quando precisarem; Engenheiro – responsável na maior parte do tempo em ajudar os veículos no meio da guerra para que eles não explodam; Médico – matar os inimigos e com o “poder” de ressucitar os combatentes na linha de front; Sniper – eliminar os inimigos de um posição segura e “espotar” os tanques inimigos com o uso do binóculo para o bombardeio.

O grande problema do multiplayer não é o jogo em si, mas sim o sistema da EA que ainda está muito falho com alguns “bugs” (falhas com o sistema de anti-cheat punkbuster), alguns usuários também estão reclamando que não conseguem visualizar o valor do “ping” (também é o meu caso) e o sistema de envio de amizade no modo multiplayer está também com muitas falhas (o envio do convite de amizade acontece para que você possa jogar no mesmo servidor que os seus amigos estejam jogando). O lag em alguns servidores está com o perda de pacote gigantesco e a demora na listagem de todos os servidores é às vezes insuportável.

Segundo um ticker que passa em rodapé, no menu principal, a DICE e a Electronic Arts estão cientes da situação e já estão trabalhando para resolver todos os bugs! E #Ficadica – já que o jogo possui o sistema Dolby Surround, recomendo uma investida num fone 5.1!

E se quiserem jogar uma partidinha comigo por lá, basta me procurar no twitter: @bigdigo ou enviando um convite de amizade direto de dentro do Battlefield Bad Company 2: só procurar “b1g d1go”.

Prós:

  • Multiplayer viciante e emocionante jogado em equipe
  • Realismo com os detalhes gráficos e sonoros
  • Possibilidade de destruição de quase tudo dentro dos mapas.
  • Variedade de mapas grandiosos

Contras:

  • Singleplayer poderia ser melhor
  • Bugs do sistema online da EA para serem resolvidos
  • Problemas com Punkbuster também precisam ser resolvido
  • E melhoria na velocidade da listagem dos servidores

Texto escrito por Rodrigo Bastos (BigDigo) do blog BigSense

Toyota Corolla 2.0 Altis

19 de March de 2010 por Pedro Cardoso

Corolla 2011

A Toyota divulgou a linha Altis do Corolla 2.0 2011, o sedan que circulará em breve pelas ruas das cidades brasileiras. Este modelo chega às concessionárias com preços que iniciam em R$ 75.830, para à versão XEi com câmbio automático.

O motor 2.0 deste Corolla, xodó da marca, foi totalmente reformulado. Agora, ele desenvolve 153 cavalos de potência com álcool, e 142 cv se for abastecido com gasolina. Além disso, o motor tem taxa de compressão de 12:1, e foi desenvolvido com exclusividade para o nosso mercado. De acordo com a montadora, quando abastecido com álcool, o motor 2.0 faz 6,1 km/l na cidade e 10,7 na estrada. Com gasolina, o carro obtém 8,2 km/l na cidade e 12,8 km/l na estrada.

O novo Corolla 2.0 2011 é equipado com a transmissão automática Shifttronic de quatro marchas e paddle shift, enquanto a versão automática com motor 1.8  continua com a transmissão automática normal, também com quatro velocidades. Porém, se você quiser, também poderá contar com o sistema de troca manual na alavanca no console central. Já os modelos mais baratos XLi e GLi ficam com a tradicionalíssima marcha manual de cinco marchas.

novo Corolla

Quem vem em primeiro lugar: a pirataria ou a cultura?

7 de March de 2010 por Convidado

Gossip Girl

Hoje em dia, muitos artistas defendem o direito de ter suas obras preservadas, evitado a assim a proliferação da mesma na internet. É muito fácil para quem ganha milhões e de repente perde alguns mil, por causa da pirataria reclamar, né? Estamos em pontas opostas, artistas e consumidor final, no meio um bando de gente que leva a maior parte do dinheiro. Mas onde quero chegar com isso?

Primeiro, sou viciada em seriados, assim como inúmeras pessoas ao redor do mundo. Gosto de descobrir novas séries, acompanhar bem uns 10 programas por temporada e escrever sobre isso. Só que não sou uma pessoa “privilegiada”, não moro nos EUA, local de onde vem a maior parte dos shows que assisto. Segundo, se por lá estreia um programa legal, eu tenho que esperar alguns muitos meses para que essa novidade chegue aqui, ou não. Exemplo, a 1ª temporada de United States of Tara, está sendo exibida, na FOX Brasil, apenas agora, quase um ano depois do fim da mesma ter sido transmitida nos país de origem. Um delay um tanto quanto grande. Tudo bem que as redes que transmitem os programas aqui no Brasil tentam diminuir o tempo, entre a temporada lá e a temporada aqui no Brasil, o canal Universal fez isso com House, mas mesmo assim não é suficiente. Além disso, é muito incômodo você ter que ficar a mercê do dia e dos horários da programação do canal de tv, visto que o tal Tivo (uma espécie de aparelho para gravar os programas que são transmitidos na televisão) nunca chegou por aqui. Ou seja, temos na internet acesso a milhares de sites e blogs brasileiros especializados em programas de tv que se fossem esperar a boa vontade da programação nacional iria ser ridículo para não dizer cômico.

Imagina quando o mundo inteiro já souber como termina Lost, o usuário de internet no Brasil (se não tivessem outros meios de ver o programa) iriam comentar sobre o último episódio, meses depois do ocorrido. Outro ponto, já difícil ficar se desviando dos spoilers acompanhando quase que simultaneamente, imagine com semanas e mais semanas de espera? É claro que quem produz os seriados quer ganhar milhões com isso e pagar seus caros atores e não perder nenhum centavo, muito pelo contrário, receber ainda mais. No entanto, se não fosse a popularização do programas pela internet, não teríamos esses aficcionados que existem hoje e compram/consomem diversos produtos oficiais, pois não é só de episódios que se vive uma série de tv, se fosse assim as novelas da Globo não existiriam, né? Já que elas são transmitidas “de graça”.

Outra questão importante, mesmo assim, eu ainda assino tv a cabo, mas quase não acompanho nada por lá, ou seja, estou gastando meu rico dinheirinho que poderia estar sendo investido em alguma maneira de comprar/assistir meus shows favoritos.

Alguns sites de canais como The CW já disponibilizam episódios completos de seus programas, no entanto se você tentar assistir receberá esse aviso: “Thank you for your interest in The CW. This service is currently available to viewers living in the United States” (Obrigado pelo seu interesse no The CW. Esse serviço está apenas disponível para usuários residentes nos E.U.A.). Ou seja, de nada adianta. O canal The CW é responsavel pela exibição de alguns fenomenos de audiência como America’s Next Top Model e Gossip Girl. Isso acontece com diversos outros sites de canais de televisão como ABC, Showtime e diversos outros. Resumindo, fica difícil não apelar para meios não muito corretos de se ver episódios.

Como, nós fãs de seriados no Brasil, faremos para podermos assistir aos nossos programas preferidos sem ter que esperar mais que o normal? Não sou contra pagar por um serviço ou produto relacionado a programas de televisão, muito pelo contrário acho adequado, mas aqui no Brasil não tenho nem escolha para isso.

Texto escrito por Lívia Jácome do blog Amanhã eu te conto.

Crítica: Guerra ao Terror

6 de March de 2010 por Pedro Cardoso

Guerra ao Terror

O filme Guerra ao Terror (The Hurt Locker) estreou no Brasil direto nas locadoras, sem que ninguém tomasse conhecimento. Quando o filme foi indicado ao Globo de Ouro e ao Oscar de melhor filme, o marketing da distribuidora brasileira resolveu lançá-lo nos cinemas, em uma trapalhada história.

Antes de tudo, leia a sinopse oficial: “Para um grupo de soldados americanos, alguns dias os separam do retorno para casa. Um período relativamente curto, se não fosse por tantas ocorrências que transformassem esse fim de jornada em um verdadeiro inferno. As forças armadas precisam de especialistas não só nos campos de combate mas também no dia a dia, na proteção do grupo contra insurgentes que promovem atentados, matando milhares de cidadãos. Conheça a dura realidade destes soldados e descubra que, ao contrário do que todos eles pensam, a luta jamais terminará”.

Preciso dizer que eu esperava um filme mais focado no drama e nas consequência de uma guerra, mas me surpreendi ao ver que o filme tem ação o tempo todo. Guerra ao Terror foi dirigido por Kathryn Bigelow (ex-esposa de James Cameron) e se apresenta como um bom filme de guerra, com cenas e situações mais próximas da realidade, do que outros filmes do gênero. Destaque para a cena bem retratada do combate entre dois snipers em um deserto qualquer do Iraque.

O ator Jeremy Renner é o protagonista deste filme, e desempenha muito bem o seu papel ao interpretar o William James, soldado designado para o esquadrão de bombas, e que é viciado na adrenalina provocada pela guerra. Renner faz um personagem forte e crível, mas não é nenhum show de interpretação. Além de Jeremy Renner, o filme tem a participação rápida de outros atores e atrizes conhecidos do grande público como Ralph Fiennes, Guy Pierce e a Evangeline “Kate de Lost” Lilly, como Connie James, esposa do protagonista.

Guerra ao Terror é um bom filme que merecia ter ido para as salas de cinema logo no seu lançamento mas, sinceramente, não achei que merece toda essa badalação. Há um certo exagero nessas indicações aos grandes prêmios do cinema. Enfim, valeu a pena pagar o ingresso, mas só porque eu sou fã desse gênero.

The Hurt Locker

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