Qual o seu nível de nerdice?

6 de November de 2009 por Pedro Cardoso

Ruiva que ama nerd

Quando até a TV Globo reconhece este nicho, precisamos admitir que ser “nerd” está realmente na moda. Na rua, na mídia, nem sempre é fácil reconhecer um nerd quando vemos, é preciso perspicácia e, as vezes, conhecimento profundo da pessoa. Como nem todo mundo é igual, e nem todo nerd pode ser colocado no mesmo balaio, apresento abaixo cinco níveis de nerdice, que constatei mediante anos de observação. A qual nível você pertence?

Nerd nível 1: Este é o nerd mais brando, muitos são e nem sabem disso, e alguns até rejeitam a cultura nerd. Também pode ser chamado de nerd enrustido, então, como identificá-lo? Este nerd tem vida social ativa, pratica esporte, pode frequentar academia, é amigo de todo mundo, costuma ser o “funny guy” da turma. Ele curte muito um dos elementos que definem um nerd (mais apenas um), quadrinhos, games, livros ou cinema. E costuma dizer pejorativamente que, as outras coisas que ele não curte, é coisa de nerd.

Nerd nível 2: Esta pessoa pode passar a noite bebendo com os amigos no bar, ou ficar em casa jogando World of Warcraft. Ele vai se divertir do mesmo jeito, sem stress. Adora a Lapa (Rio de Janeiro), mas não é daquelas pessoas que fica reclamando no Twitter quando chove ou não pode sair por qualquer motivo. Pratica esporte muito raramente. Assistiu as trilogias Matrix e Senhor dos Anéis no cinema, mas acha Star Trek chatíssimo. Este cara possui no máximo 1 console de video-game (geralmente Wii), e lê quadrinhos quando os amigos de nível mais avançado emprestam pra ele. Até usa bem o computador e o celular, mas precisa de ajuda para resolver alguns probleminhas.

Nerd Nível 3: Aqui a coisa começa a ficar mais séria. Este nerd gosta muito de vários produtos da cultura do entretenimento. Lê HQ com periodicidade, costuma acompanhar várias séries (e baixa no Torrent, pois não aguenta esperar passar na TV), possui pelo menos uma coleção e costuma ter blogs, sites ou revistas para falar do seu hobby. Apesar de ser nerd e reconhecer isso, não fica levantando bandeira, é discreto. Não tem paciência para ficar lendo livros com imensas trilogias de sci-fi ou fantasia. Como eu disse, gosta de muita coisa nerd, mas não se aprofunda em nenhuma delas, mas pode bater um bom papo sobre qualquer assunto, sem parecer perdido.

Nerd nível 4: Este já é o nerd sedentário, costuma comer só junk food, e passa horas na frente do PC, jogando, com uma garrafa de 2L de refrigerante do lado, para não ter que levantar. Costuma ler muito, jogar RPG. Adora produtos eletrônicos, conhece todas as siglas e como a tecnologia do LCD e do Blu-ray funcionam. Este cara costuma ter vários HDs externos para guardar suas séries e filmes. Passa horas falando de um documentário do History Channel que só ele viu. Se veste de nerd da cabeça aos pés e é fã da série “Final Fantasy” e não considera o Wii um video-game digno de respeito.

Nerd nível 5: Este é o nerd mais “aggressive” de todos, também conhecido como freak. Possui mais de um console da nova geração, leu tudo sobre Tolkien, Lovecraft, Asimov, Adams e faz referências ao “Guia do Mochileiro das Galáxias” como se fosse uma coisa normal, que todo mundo leu. Adora teorias complicadas e debate sobre elas em grupo de discussão na internet. Geralmente, fala tão complicado que até mesmo nerds do nível 3 não conseguem entender. Possui quase zero de contato social, é extremamente introvertido e pode brigar com seu melhor amigo (ou aquela única pessoa que o suporta) para defender o seu super-herói predileto. Costuma não entender sarcasmo e ironia. Cuidado, nunca diga que o Batman é gay para esta pessoa.

Crítica: 2012

5 de November de 2009 por Pedro Cardoso

2012

Quando você é fã de filmes catástrofes, você vai ao cinema esperando o máximo de absurdos possíveis, você tenta imaginar o que se passou pela cabeça do diretor ao criar a história. Mas nada, nem o trailer, te prepara para esta produção. Roland Emmerich (diretor e escritor) pegou os grandes desastres e elevou a enésima potência em “2012″, que estreia mundialmente no dia 13 de novembro.

Confira a sinopse: “Em 2012, quando desastres naturais começam a destruir a Terra, pesquisador acadêmico lidera um grupo de pessoas numa luta para evitar esses eventos apocalípticos que foram previstos num antigo calendário dos povos Maias e que pode culminar com o fim da civilização”.

Preciso ter cuidado ao escrever a resenha de “2012″ pois sou muito fã desse tipo de filme, e as pessoas que não curtem um cinemão catástrofe podem não gostar. A verdade é, mesmo gostando muito do filme, preciso destacar os pontos negativos.

O filme começa frenético, apresentando os personagens e situações chaves para o entendimento do enredo no final, de forma rápida, sem frescura. Se desenrola até o ponto que começam as tragédias, e aí não para mais. O diretor Roland Emmerich exagerou ao inserir muitas cenas que não acrescentam nada a trama, apenas para mostrar várias formas de destruir a Terra, monumentos históricos da humanidade (sim, o Cristo Redentor está lá) e pessoas sofrendo. Desnecessário, pois em dado momento do filme, já sabemos do que as forças da natureza são capazes, com isso, você fica com aquela sensação de que várias cenas estão ali apenas para encher linguíça.

2012

Isso torna o filme muito longo. Várias cenas se repetem, principalmente com avião fugindo de algum fenômeno da natureza, de vários tipos, só faltou mesmo escapar de um dinossauro gigante ou algo assim. Depois que verem o filme, vão entender o que eu digo.

Preciso dizer também que a “fórmula de bolo” é a mesma usada em vários outros filmes do Emmerich, como “O Dia Depois de Amanhã”, “Independe Day” e outros. Todos os elementos estão presentes, e nada foi inovador. Um cientista desconhecido faz uma descoberta incrível, o assunto chega até o presidente dos EUA (vivido aqui por Danny Glover), e um pai comum tenta salvar sua família a qualquer custo.

O ator Woody Harrelson está fantástico como o malucão Charlie Frost e rouba a cena. Já John Cusack (Jackson Curtis) foi bem, mas não se destacou muito não, talvez por causa do fato de ele, apesar de ser o principal personagem, não é o cientista central da trama (primordial nos filmes do Emmerich), e sim apenas o cara que salva sua família. O filme ainda conta no elenco com Thandie Newton, Amanda Peet, Oliver Platt e outros.

Eu não preciso falar isso, mas vou dizer assim mesmo, porque sou teimoso: “2012″ é cinemão, blockbuster total. Tenha isso em mente quando for ao cinema. Mas se você é daquelas pessoas que gostam de procurar questões filosóficas em tudo que vê, que gosta de enredo bem feito, que acha que filme foi feito para educar e acrescentar algo a sua vida, fique em casa. Do contrário, recomendo muito. Até porque os efeitos visuais estão fantásticos, e para apreciar em plenitude, é preciso ver na telona do cinema.

Agora, pensem comigo, já teve mudança brusca do clima, invasão alienígena, asteroide vindo em colisão com a Terra, pragas, doenças e muito mais. Que tipo de catástrofe falta acontecer com a humanidade, esse povo tão sofrido? Não consigo pensar em mais nada depois de “2012″. Ah sim, Cthulhu, talvez?

Crítica: V – episódio piloto

4 de November de 2009 por Pedro Cardoso

V

A indústria do entretenimento descobriu o Rio de Janeiro, e agora, toda e qualquer catástrofe vai assolar a nossa cidade. Neste dia 3 de novembro, estreou nos EUA a série “V”, que é um remake de uma minissérie dos anos 80 (que depois virou série). A imagem acima é um dos seis pôsteres promocionais da série (confira todos os outros), divulgados pela ABC.

A série “V” mostra uma raça de alienígenas super avançada chegando à Terra, prometendo paz, cura para as doenças e trocas de experiências científicas, culturais e tecnológicas. Mas logo, percebemos que suas intenções no nosso planeta não são nada nobres.

Assisti ao piloto e digo que fiquei interessado em acompanhar a série, mas não criou nenhum efeito “UAU” em mim, como fazem semanalmente FlashForward, Lost ou Dexter. Este primeiro episódio mostrou os “visitantes” chegando à Terra, posicionando suas naves gigantescas em 29 capitais pelo mundo, e sua ações para tentar conquistar a confiança da população.

Vemos também os conflitos religiosos, o papel da imprensa (mídia) e, no final do episódio, vemos como cada personagem do elenco principal tomará sua parte na trama daqui pra frente. Todos os elemenos de uma “invasão alienígena” estão em destaque, só senti falta de uma maior participação militar nessa equação, mas agradeço por não ter visto a cara do presidente dos EUA, como é costume.

É claro, a principal personagem é uma agente do FBI, Erica Evans (Elizabeth Mitchell – Lost), para não fugir do lugar comum. Porém, com a ausência da figura do presidente, e daquelas famosas cúpulas de emergências em caso de crise, “V” passou a impressão de que realmente este é um problema para a humanidade, e não apenas para o governo estadunidense.

Bom, vale deixar claro que este é apenas o primeiro episódio, e muita coisa ainda pode acontecer. Mas até agora, o que foi apresentado, é que o conflito será entre pessoas. Não posso falar mais sem Spoiler. A série “V” tem a mesma produção executiva de “The 4400″ e ainda não tem data de estreia no Brasil.

Novo trailer do filme Prince of Persia

4 de November de 2009 por Pedro Cardoso

Prince of Persia

A Walt Disney Pictures divulgou um novo trailer do filme “Prince of Persia: The Sands of Time”, que é uma adaptação do game homônimo. Este vídeo foi montado visando o mercado internacional e apresenta cenas ainda não mostradas antes. Confira o vídeo.

A sinopse oficial diz que: “Um príncipe guerreiro (Jake Gyllenhaal) relutantemente une forças com uma misteriosa princesa (Gemma Arterton, de 007 Quantum of Solace) e, juntos, eles lutam contra forças obscuras para proteger uma antiga adaga capaz de liberar as Areias do Tempo – um dom dos deuses que dá à pessoa que o possui o poder de controlar o mundo”.

Falando de sucesso e importância cinematográfica, será este um novo “Piratas do Caribe”? O diretor do filme é Mike Newell (de Harry Potter e o Cálice de Fogo) e a estreia está prevista para 28 de maio de 2010. O filme ainda conta com o veterano Ben Kingsley no papel de Nizam, vilão principal da trama.

Via: Omelete

Notebook Sony Vaio Nebula FW

3 de November de 2009 por Pedro Cardoso

Sony Vaio

A Sony anunciou mais um laptop para reforçar as fileiras de sua linha “Signature Collection”, com uma arte para quem não gosta de cores básicas. Estou falando do Sony Vaio Nebula FW, que já vai com o Windows 7 instalado.

Ele apresenta uma tela 16,4 polegadas, processador Intel Core 2 Duo de 2,2 GHz, 2 GB de memória RAM (expansível até 8GB), 250GB de HD (ou escolha um com 500GB) e um chip gráfico ATI 4650 de 512 MB.

Lá nos “Estadosunizos” o Sony Vaio Nebula FW terá o preço sugerido de 810 doletas com essa configuração “básica” mas, se você tiver mais dinheiro no bolso, dá até para colocar um drive de Blu-ray. Eu prefiro as coisas simples, sem nada espalhafatoso.

Via: Gadgets INFO

Survival of the Dead: novo filme de zumbis de Romero

3 de November de 2009 por Pedro Cardoso

zumbis

Os zumbis voltaram com tudo em todas as formas de entretenimento, e no cinema não seria diferente. No dia 28 eu falei sobre “Zumbilândia”, agora é a vez de comentar sobre o trailer de “Survival of the Dead”, o sexto filme de zumbis de George A. Romero, o mestre destes mortos-vivos.

Na trama (se é que precisa), vemos alguns personagens sobreviventes de “Diário dos Mortos” (Diary of the Dead, de 2007) tentando continuar vivos numa ilha que estaria livre do contágio, mas não é isso que eles encontram. Isolados, a história mostra uma divisão entre aqueles que querem acabar com a vida das pessoas que foram infectadas, e aqueles que ainda acreditam na descoberta de uma cura. Tudo isso com muito sangue e tripas, claro. Assista ao trailer e veja como ainda mantiveram o visual trash.

A produção ainda não encontrou distribuidora (mas está perto disso), portanto, ainda não tem uma data de estreia confirmada. Se bem que, ultimamente, tenho preferido mais os zumbis do Zack Snyder, que são apresentados como criaturas mais rápidas e selvagens, dando mais adrenalina às produções.

Filmes, games (como os recentes Zombie Driver e Left for Dead 2, entre outros), quadrinhos (Walking Dead), não importa, zumbis estão na moda novamente, e ficam duas perguntas no ar: até quando esse gênero será explorado? Tem como fazer filme sobre esses monstros e manter um pouco de originalidade?

Via: Omelete

The Black Lightning: A Super Máquina russa

3 de November de 2009 por Pedro Cardoso

The Black Lightning

Pegue Transformers, Super Máquina, Pequenos Espiões e Herbie, misture tudo e você terá esse filme russo chamado “The Black Lightning”. Para começar, um carinha fracassado quer pegar uma gostosinha na sua escola, para ajudá-lo, o pai lhe dá um carro velho, e ele logo percebe que não é só um simples automóvel (já vi essa introdução em algum lugar).

O trailer mostra que os efeitos visuais estão bem produzidos, porém, mostra também que o filme apresenta um roteiro bem infantil, incluindo até o vilão caricato. “The Black Lightning” será distribuído pela Universal.

Assista ao vídeo, que contém legendas em inglês. O filme recebeu a produção de Timur Bekmambetov (o diretor de “O Procurado”), a direção de Dmitriy Kiselev e Alexandr Voitinsky e estreia no dia 31 de dezembro na Russia. Ainda sem data para o Brasil.

Via: Portallos

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