Wolverine e sua turma

Assisti ao filme X-Men Origens: Wolverine com alguns amigos e todos saíram empolgados do cinema. E, pela reação do público no final, vi que agradou bastante ao pessoal da nossa sessão. Tudo bem que o filme é frenético, com ação e clichês o tempo todo, mas não é assim que um filme do Carcajú deve ser? Quem quer ver inteligência, vá ler Sócrates.

Percebam que o filme tem uma estrutura de um jogo de video-game. Você vê o Wolverine passando pelas fases (com seus sub-chefes) até o chefão final. Nesse caso, alguns dizem: “Ah não tem roteiro”. E eu digo, é um filme do WOLVERINE!

O ator Liev Schreiber não comprometeu no papel de Dentes de Sabre. Já a atriz Lynn Collins é muito linda, mas achei “sem sal” no papel de Silver Fox, o grande amor da vida de Logan. E claro, Hugh Jackman está mais uma vez excelente no papel principal, trazendo a credibilidade que os fãs querem e merecem. Quem lê quadrinhos, realmente identifica o personagem na tela.

Só não gostei apenas da versão cinematográfica do Deadpool, mas isso é implicância do meu lado “leitor de quadrinhos”. Assim, essa opinião não deve ser levada em conta se você curte apenas cinema. De qualquer modo, o filme está totalmente dentro do contexto criado para o universo dos X-Men nas telonas. O filme acaba e você percebe a “deixa” para o início da trilogia.

X-Men Origens: Wolverine estreou no Brasil no dia 30 de abril. A direção fica por conta de Gavin Hood e, no elenco, com nomes como Ryan Reynolds (Deadpool), Taylor Kitsch (Gambit), Will.i.am (John Wraith/Kestrel), Danny Huston, Dominic Monaghan, Daniel Henney e Lynn Collins (Kayla Silverfox). Recomendo para quem curte filme pipoca.

Wolverine com raiva

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