Crítica: Presságio
9 de Abril de 2009 por Pedro Cardoso
O filme Presságio (Knowing), que estreou nesta quinta-feira (9), te prende na cadeira e te deixa curioso pela próxima cena. Porém, o trailer e os anúncios na TV entregam muito do que trata o filme e, um fã de ficção científica mais atento, já percebe o final do filme logo na primeira cena.
Presságio conta a história do Professor John Koestler (Nicolas Cage), um físico do MIT. Tudo começa quando chega em suas mãos uma folha cheia de números aparentemente aleatórios, que fazia parte do conteúdo de uma cápsula do tempo, enterrada 50 anos atrás na escola onde seu filho estuda. Rapidamente Koestler percebe que os número não são aleatórios, e que eles representam datas de acidentes que aconteceram nesses últimos 50 anos, e outros que ainda podem acontecer. Pilhado com isso, se sentido no dever de evitá-los, Koestler parte para tentar convencer as outras pessoas de que as previsões são verdadeiras.
O filme tem uma narrativa interessante, é tenso e te deixa colado na poltrona esperando pelo próximo evento. Realmente, durante o filme, você não sabe o que vai acontecer em seguida. Mas, como eu já tinha sacado o final desde a primeira cena do filme, tudo que eu vi em seguida me pareceu um show de mágica, quando o ilusionista fica tentando desviar a sua atenção para o que realmente importa. Não que isso faça o filme ser ruim.
Nicolas Cage tem mais uma atuação burocrática, eu diria. Sempre gostei dele nos seus papéis antigos, desde “O Beijo da Morte” (com David Caruso e Samuel L. Jackson). Mas vendo Presságio, não consigo diferenciá-lo de outros personagens como Cris Johnson (O Vidente) ou Ben Gates (A Lenda do Tesouro Perdido).
O filme tem a direção de Alex Proyas (Eu, Robô), e conta no elenco com atriz Rose Byrne (da série Damages), como a filha da menina que traçou os números há 50 anos atrás. O que posso dizer? É sim um bom filme pipoca.

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9 de Abril de 2009 às 2:16 pm
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9 de Abril de 2009 às 4:10 pm
Ainda não vi esse filme, mas imagino que você deve estar certo sobre o Nicolas Cage, está realmente difícil diferenciar os personagens dele mais recentes. Acho que desde “Um homem de família” parece que é o mesmo cara, só muda o local.
Ele já foi um grande ator, hoje devia passar a fazer seriado de TV, tipo o Alec Baldwin haha.
10 de Abril de 2009 às 9:31 am
Eu fui ontem a estréia. O filme é pobre no geral. Roteiro? Interessante, mas muito mal aproveitando (se fosse um spielberg na direção, a estória daria para ser melhor aproveitada). Pirotécnia? O seu vizinho que mexe um pouco com After Effects, consegue chegar lá… Som? Rídiculo, nenhuma trilha pra guardar pra sempre (caso do Armagedon, por exemplo)… E o aspecto mais importante: Você senta na poltrona e tem um “presságio” do que será o filme… Ele é muito óbvio… Apelinhos sentimentais (que já não colam mais), tipo mãe que morre, pai que é mãe e pai, briga de filho com pai… Daqueles filmes que precisam de um “pano de fundo” para segurar a onda do show Bizz… Faltou coragem para pegar um roteiro desses, fazer algumas adaptações e fazé-lo recorde de bilheteria… E se você for detalhista, vai perceber que o roteiro se perde um pouco… Nota 3 (nem Cage, salvou)…
10 de Abril de 2009 às 2:04 pm
Willian, o Cage já não salva filme faz tempo.
10 de Abril de 2009 às 9:57 pm
O Filme eh bom, com algumas cenas um pouco exageradas, como as cenas do aviao, explosoes e o Nicolas fazendo alguns salvamento rsrs!!
11 de Abril de 2009 às 10:33 am
Vi, e aprovei. Como a Ivana falou exagerou nas cenas (mas nada a mais do que possa ser real), do começo ao fim, existem pequenos detalhes, como frases, falas e imagens (como o desenho e Ezequiel 1), que possuem grandes significados, aos quais se pode chegar a entender o filme mais a fundo alem da ‘estoria’ passada.
13 de Abril de 2009 às 9:52 am
Apesar das críticas acimas conterem certas verdades, eu gostei do filme, bem melhor que os últimos filmes catástrofes rídiculos. Esse pelo menos não tem um super-héroi salvador da pátria. Faz até refletir um pouco no final.
13 de Abril de 2009 às 3:20 pm
Gente desculpa contrariar vocês ai, mas achei o filme péssimo. Para mim ele começou muito bem, a ideia da menininha, dos desenhos e tudo mais, super legal. Mas depois o filme vira um lixo, se perde nele mesmo.
NÃO RECOMENDO MESMO
14 de Abril de 2009 às 1:24 pm
Pra mim, este filme foi feito com a intenção de ganhar o Oscar de Melhor Efeitos Especiais, e realmente neste quesito é muito BOM (Bom, Não ótimo). Porem o filme tem um começo maravilhoso, meio e FIM Vazio!!! A Propaganda da Camionete F-150 pegou muito pesado, Ela suportou a tudo, sempre junto com ao Nicolas!!! Mais compensou os 4 Reais que paguei por uma seção de segunda feira!!!!!
16 de Abril de 2009 às 10:56 am
Eu, como um fã assíduo de filmes catástrofes, sou suspeito para elogiar “Presságio”. Curti demais o filme, mas desconsiderando a atuação ruim de Nicolas Cage e a junção de assuntos polêmicos (religião X ciência), ninguém ainda deu credibilidade ao fato de que a catástrofe ao final do filme é mais do que possível, é real. (SPOILER: Lembro que li numa edição da revista Scientific American há uns três anos que apresentou um estudo minucioso e muito interessante sobre tempestades solares.) Portanto, antes que todos critiquem procurem saber mais sobre o tema abordado. Mesmo que o filme tente criar uma estória com assuntos bíblicos/científicos, talvez assim para tentar agradar públicos de diferentes opiniões sobre o fim da humanidade.
18 de Abril de 2009 às 12:53 pm
Orange Feitosa
Eu também sou fã de filmes catátrofes, penso que muitas vezes são melhores que certos açucarados. Gostei do filme, é um filme tenso e as cenas são muito bem feitas te prendem a poltrona do início ao fim (excluindo o Nicolas Cage, tentando evitar os acidentes e salvar os acidentados), é um pouco exagerado pensar que uma pessoa sairá da sua casa para se envolver em uma catástrofe prevista.
Mas, os efeitos especiais são excelentes, apesar do roteiro ser pobre e todos vestirem preto (apesar do calor) e em relação as tempestades solares são reais e possiveis de alcançarem a terra, não com data e hora marcadas, mas os físicos já assinalam a sua possibilidade de alcançarem o planeta. Portanto, é interessante pensar na importância de certos fenômenos físicos o os resultados para a humanidade,e na discussão determinismo versus acidente que passa longe da maioria alienada que pensa que tudo é ficçãocientífica e age aparentemente descuidada de si e de um possível fim.
19 de Abril de 2009 às 12:59 am
de 0 a 10 eu dou 7.5
Não é memorável, mas te entretem. Boas sequencias, roteiro bom. Cage com o personagem de sempre, outras atuações medianas. Também é previsivel. Mas é legal apesar de tudo.
Não bate nenhum arrpendimento de ter comprado o ingresso.
A menssagem é literalmente apocaliptca. Quem conhece a Biblia vai notar as referencias.
Resumindo, vale o ingresso. Tirando Velozes e Furiosos é melhor filme por enquanto.
20 de Abril de 2009 às 9:38 pm
Tedioso, pobre, desinteressante. Não recomendo!!! Mas não vamos generalizar a queatão do Nicolas…..ator de qualidade e respeito….pena que esta numa fase ruim ou tem extremo mal gosto para diretores e filmes …abraços a todos..
21 de Abril de 2009 às 11:15 am
Olha, é um filme ruim. Toda a costura do filme fica aparente. Quando a professora toma da menina o papel antes de ela terminar os números, já se sabe que isso vai ter importância depois. Quando ela arranha a porta do armário, o mesmo. Quando as datas aparecem na sequência numérica, fica óbvio que os números extras são dados de latitude e longitude. Quando os camaradas de cabelo branco aparece, vestidos como os anjos do filme “Cidade dos Anjos”, com o próprio Cage, já dá pra perceber o que são. Quando o rádio fala de onda de calor, não fala à toa. Quando a irmã aparece e fala do pai pastor, já se reforça a impressão do anjo-ET… ou seja, filme Sessão da Tarde, certamente com orçamento de épico….
21 de Abril de 2009 às 11:16 am
aparecem, digo.
29 de Abril de 2009 às 1:26 pm
Olá pessoal! Gostei muito da história inicial realmente surge um clima com os numeros, mas a história se torma ridícula do meio até o fim. Todos aqueles efeitos especiais no final então nem se fala. Seria um excelente filme se o Cage se empenhasse nais e se o defecho não fosse tao previsivel.
30 de Abril de 2009 às 1:55 am
Não gosto do Cage (nem teria razão pra gostar. Ele é ruim demais)e não costumo me empolgar com filmes catástrofe. Mas acho que nesse caso os efeitos especiais salvam. É um filme que, naturalmente, não tem nada pra a gente lembrar, como a corrida de bigas em Ben-hur, os finais de Casablanca e Brave Heart, mas as cenas da queda do avião e do desastre no metrô são muito boas. Muito boas mesmo. O resto já foi dito. É mais uma história de destruição do mundo, de laços de família e patati-patatá.
Mas aquelas duas cenas…
Não sei se vale a pena ver um filme apenas por causa de duas cenas, mas por causa dessas duas cenas não me senti frustrado.
12 de Maio de 2009 às 6:45 pm
deveria ter mais efeitos
13 de Maio de 2009 às 9:47 am
Concordo com os comentários do Marco Aurélio e da Cristina. A nossa ignorância biblíca e cientifíca, faz com que analisemos o filme superficialmente, não obstante o excesso de clichês. Se observarmos atentamente o filme é nada mais nada menos que uma variação para o cinema, com todos os seus exageros e interpretações, do livro de Ezequiel, capítulo 1 e também de alguns versículos(não lembro quais) do livro de Apocalipse.
12 de Setembro de 2009 às 6:08 pm
esse filme foi muito bem escrito, e interpretado por um ótimo atos, concordo com o que você disse a respeito da magica, mais vamos concordar o que você tem no final, não é um coelhinho saindo da cartola um coelho e não algo diferende em vez de flores, no final é um bando de E.Ts… que sacanagem
poque não alguns humanos que são super dotados e fazem escolhas a dedo de quem irão salvar… já estamos cansados de mesmice…
15 de Outubro de 2009 às 12:11 am
Sinceramente, concordo com o que diz a maioria… Estava apreensiva para assistir a esse filme, apenas por ter visto o trailler, mas “quebrei a cara”… Muito “água com açúcar” de tão previsível, com cenas exageradas. Algumas, confesso, foram muito bem feitas, como a do metrô e a do avião, mas com uma gravadora como a Summit, já era de se esperar que não passaria de uma nota 4! O mesmo aconteceu com o filme Crepúsculo, relatando a história da autora Stephenie Meyer. Se um Spielberg tivesse no lugar, que sabe uma nota 8 (com esse roteiro não teria como ser um 10, me desculpem) estaria de bom tamanho não é mesmo?
26 de Outubro de 2009 às 3:14 am
Assistir o filme , é muiiito bom , um dos melhores filmes e enrredo que eu já vi , só o final que é meio mágico e fora de se , mais tirando isso , a computação grafica está muito bem alaborada e audio múito bom!