A volta triunfal do Super-Herói Americano
30 de Julho de 2008 por Pedro Cardoso
Quem já chegou ou passou dos 25 anos de idade deve se lembrar da série “Super-Herói Americano” que passava no (bom tempo de) SBT, lá na saudosa década de 1980. Agora, “The Greatest American Hero”, no original, foi ressuscitada para estrelar novas mídias, como quadrinhos, internet, celular e até mesmo um filme. Por que não?
Os quadrinhos já são algo mais concreto e terá suas seis edições escritas por Willian Katt (ator protagonista da série), Christopher Folino e Sean O´Reilly. O projeto é uma parceria entre as editoras Arcana Studios e a Catastrophic Comics (criada por Katt).
Durante a Comic-Con 2008, que aconteceu neste mês em San Diego (EUA) foi apresentado uma mini-série em quatro episódios, produzidas em Flash, para serem exibidos na internet e no celular. A trama se passa entre os acontecimentos da primeira e segunda temporada da série clássica. E é claro, os atores da série dublarão os personagens desta animação.
Quanto ao filme, Stephen J. Cannell, criador desta e de outras séries dos anos 80, afirmou já ter um roteiro, um diretor e grana, e que agora só falta uma distribuidora (vamos lá pessoal). A idéia central é mostrar como o uniforme consome a vida pessoal do pacato professor Ralf Hinckley, assim como foi feito na segunda temporada da série.
Super-Herói Americano se tornou uma série tão cult, mais tão cult, que a sua música tema, “Believe it or not” pode ser ouvida em outras produções (originais ou paródia) como em episódios das séries Seinfeld, “My Name is Earl”, “Family Guy” e no filme “O Virgem de 40 anos”.
“Tá bom, mas eu sou novinho e nunca vi essa série”. Tudo bem, eu explico. A série mostra o professor Ralf Hinckley recebendo o uniforme e os seus super-poderes de uma nave alienígena que está em “visita” a Terra, mas como ele perde o “manual de instruções”, deve aprender a usar estes poderes na marra. É divertido ver como ele se atrapalha para aprender a voar, coisa que o Superman faz com um “pé nas costas”. Para quem não conhece, ou para quem quer matar saudade, assista ao clip de abertura.
Via: HQ Maniacs
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30 de Julho de 2008 às 1:18 am
A volta triunfal do Super-Herói Americano | Receita do Sucesso…
Quem já chegou ou passou dos 25 anos de idade deve se lembrar da série %CSuper-Herói Americano%D que passava no (bom tempo de) SBT, lá na saudosa década de 1980. Agora, %CThe Greatest American Hero%D, no original, foi ressuscitada para estrelar no…
30 de Julho de 2008 às 10:02 am
É… o tempo passa.
Lembro de que quando eu assistia essa série, era divertida.
Para os velhinhos como eu..
Se você gostou da nave alien do Independence Day ela foi “copiada” do filme/série V a Batalha Final
Aí vai uma lista de algumas raridades
Filmes
Billy Jean
Te Pego Lá Fora
Save Ferris
My Bodyguard
Dança com Vampiros
História Sem Fim (1, o único que presta)
Goonies
Conan, o Bárbaro
Chariots of Fire
Streets of Fire
…
Séries
O Elo Perdido
Logans Run
Terra de Gigantes
Alf o ETeimoso
Família Monstro
E por aí vai…
4 de Agosto de 2008 às 5:10 am
Nossa… Foi através do Super-Herói Americano que aprendi uma das primeiras lições da minha vida: “O mal do esperto é achar que todo mundo é bobo”. Lembro claramente, eu e meu irmão na antiga casa de meus avós paternos, na rua Paulo Barreto, em Botafogo/RJ, ávidos para assistirmos o primeiro capítulo da série do Super-Herói Americano, tão brilhantemente anunciada pela mídia. Nosso pai havia dado o ultimato que só assistiríamos o episódio depois do banho. O esperto aqui resolveu ir primeiro, mas noções de medição da passagem do tempo não eram um conhecimento ainda adquirido por mim e, depois de entrar no banheiro, acabei acreditando que no meu tempo de banho normal não conseguiria terminar antes do episódio começar. Então lancei de artifício o qual parecia idéia de gênio digno de Prêmio Nobel (naquela época não sabia que existia Prêmio Nobel). Abri a torneira do chuveiro e molhei suavemente a toalha, assim como umedeci os cabelos. Para tornar o banho mais realista, molhei também o tapete, simulando os pés após a saída do box. Sozinho no banheiro, com a porta trancada e um sorriso maquiavélico na face por evocar o gênio oculto em mim, atingi o ápice do meu plano quando, calculando o tempo de permanência dentro do banheiro passei a contar mentalmente. Na minha cabeça de criança, desconhecedora da grandiosidade dos números, parecia já haver passado uma eternidade quando encerrei minha contagem no número 100. Minha satisfação não seria tão grande se naquela época eu soubesse fazer cálculo com tempo. Eu jamais iria imaginar que contar até 100 não me daria mais do que dois minutos de banho. Satisfeito com tanto tempo dentro do banheiro, saí com a maior cara-de-pau (lembrei de Esquadrão Classe A) e sob o olhar desconfiado do meu pai, anunciei o término do banho. Meu plano infalível foi todo por água à baixo quando meu pai me segurou pelo braço e molhando a ponta dos dedos na própria saliva (o que na época achei meio nojento), esfregou o dedo na dobra do meu braço, no lado oposto ao cotovelo. Com a fricção dos dedos úmidos de meu pai, a sujeira antes invisível começou a tomar forma e cor, e várias massinhas pretas de formato cilíndrico pontiagudo, a qual atualmente carinhosamente chamo de “urubuzinho”, inevitavelmente formaram-se no meu braço. Descoberto o engodo, a derrocada final se deu quando, nada satisfeito, meu pai me anunciou o castigo. Meu irmão assistiu tranqüilamente e feliz da vida o primeiro episódio, sem tomar banho, enquanto da primeira aventura daquele fabuloso herói de roupas vermelhas e cabelos loiros encaracolados, somente pude ouvir o som misturado ao barulho da água do chuveiro enquanto tomava um banho decente… Obrigado professor Ralf Hinckley!
20 de Agosto de 2008 às 3:51 pm
eu amo pedro cardoso de coração
20 de Agosto de 2008 às 4:09 pm
Obrigado
5 de Setembro de 2008 às 12:08 pm
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26 de Outubro de 2008 às 10:39 pm
Realmente faltam Superproduções como essa para os jovens de hoje. Muitas lições foram tiradas e muitas ainda são seguidas.
Abraços.
7 de Novembro de 2008 às 11:30 am
Eram series que divertiam com ingenuidade,juntamente com esquadão clesse A eram as minhas preferidas.Torço para que rste projeto deslanche e possa mostrar para os meus filhos o que é uma série de verdade
Saúdo a geração da máquina de escrever e do vídeo cassete.