Antes de começar essa resenha, quero deixar claro que não sou crítico profissional de música. Não espere que eu vá falar de riffs e essas coisas. Quero sim, mostrar o meu entusiasmo por mais essa obra da banda americana Kamelot, o álbum Ghost Opera. Senti uma obrigação enorme de escrever sobre ele assim que terminei de ouvir.

É incrível e imensamente recompensador ver (ou melhor, ouvir) como o Kamelot não perdeu a sua força, o vigor e não mudou o seu estilo ao longo dos anos. Ghost Opera é mais um excelente disco deles, que vai fazer parte da coleção de obras-primas como The Black Halo, The Fourth Legacy e Karma.

Quem gosta de metal melódico tem que ouvir este disco, e ponto final. Destaque para as faixas “Ghost Opera”, “Rule the World” e “Up Throught the Ashes” e para as participações especiais da bela e competente Simone Simmons (Epica) em “Blücher” e Amanda Sommerville em “Morning Star”, “Love You To Death” e na própria “Ghost Opera”.

Para quem não conhece, a formação atual do Kamelot conta com Roy Khan nos vocais, Thomas Youngblood na guitarra, Glenn Barry no baixo, Casey Grillo na bateria e Oliver Palotai no teclado. O grupo foi formado em 1992 em Tampa, na Flórida (EUA) e gravou o seu primeiro disco em 1994, entitulado Eternity, pela gravadora Noise Records.

Após vários clipes de sucesso, o Kamelot criou o seu próprio canal de vídeos no Youtube. Falando em vídeo, tenho que aproveitar este post para recomendar o DVD ao vivo One Cold Winter’s Night, que conta com uma produção impecável.

O estilo da banda é difícil de definir. Muitos falam em power metal, outros em progressive metal e até mesmo symphonic metal. É melhor você ouvir e tirar suas próprias conclusões.

Você é novo por aqui? Assine o feed dos posts. Obrigado!
Você pode deixar um comentário, ou enviar um trackback do seu site.