Neste domingo fui ver um filme que estava curioso para ver, e ansioso pelo seu lançamento: Eu sou a Lenda, com Will Smith. Interessante como demonstraram uma Nova York deserta, transformada em uma verdadeira selva. E até que os efeitos visuais ficaram caprichados. E não é para menos, pois economizaram um bom dinheiro com elenco.

Bom, a historia é simples, um vírus matou a maioria dos humanos na face da Terra, e aparentemente, Robert Neville (Will Smith) é o último ser humano vivo. Pelo menos é na cidade de Nova York, onde ele vive com sua cadela Sam, alguns animais selvagens e milhares de mutantes (vitímas do virus) que se escondem na noite. Ah sim, e uma série de manequins de vitrime que ele conversa de vez em quando.

Aliás, essa rotina que ele se impôs (acordar, fazer exercicios, ir na locadora, fingir que os manequins são pessoas dentro da loja e etc) para muitas pessoas pode parecer que ele já estivesse louco. Eu entendo que era uma maneira que ele encontrou de ainda manter um fio de sanidade, afinal, ele já estava 3 anos completamente sozinho. Mas esse é um assunto para quem entende de psicologia, vamos voltar ao filme.

Como já havia dito, a cidade ficou muito bem caracterizada, como imaginamos ser uma cidade grande abandonada, livre da raça humana. Mas os tais mutantes ficaram inverossímil demais. Verdadeiras feras, muito fortes, rápidas, cheias de agilidade, que o 3D não ajudou a caracterizar. Em certo momento do filme, quando Neville e Anna (a brasileira Alice Braga) estão vendo as fotos de vítimas do virus, as imagens parecem que foram extraídas de games como Resident Evil ou Silent Hill.

De qualquer maneira, gostei do filme. Foram 100 minutos de entretenimento despretencioso, que é o que mais procuramos no cinema. Não é mesmo?

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